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quarta-feira, junho 10, 2009

Abortos de graça!

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Como homenagear um médico aborteiro morto? Claro que não dá para louvar as obras que ele fez em vida, não é mesmo? Se bem que os abortistas parecem pensar que o servicinho sujo ao qual estes "médicos" se dedicam são, na verdade, um serviço às mulheres. Balela! O que estes tipos estão fazendo é perpetuando a escravidão que uma boa parte da sociedade coloca sobre os ombros das mulheres, e, claro, sendo muito bem pagos por isto.

Apesar disto, uma clínica do Estado da Philadelphia, nos EUA, encontrou a maneira ideal de homenagear Dr. George Tiller, médico aborteiro recentemente assassinado por um homem com problemas mentais e que nada tinha de pró-vida.

Como? Simples: fazendo abortos de graça!

É isto mesmo! Quando se imagina que a desfaçatez deste pessoal atingiu o limite mais baixo, eles conseguem nos surpreender. Dá bem para ver o quanto este pessoal dá valor à vida humana...

Esta forma baixa de provocação, feita sob medida para chocar, deixa-nos ver a impressionante podridão da indústria do aborto, indústria esta que enriqueceu um aborteiro como Dr. Tiller, que terminou seus dias alvejado por um louco.

Todas as lideranças pró-vida norte-americanas foram unânimes na condenação ao assassinato de Dr. George Tiller e na solidariedade a seus familiares. Corretíssimo! Isto é ser pró-vida!

E entre os abortistas? Há alguém que se indigne com esta nítida provocação, com esta "homenagem" feita sobre cadáveres de crianças inocentes e indefesas? Há alguém que pense que qualquer limite tenha sido ultrapassado? Óbvio que não... Pois após ultrapassado o limite natural de que o fruto da concepção é já um ser humano, qual limite pode haver?

Situações assim deixam apenas mais claro o que todos já sabemos: o aborto é um negócio negócio sujo, mas, ainda assim, um negócio. É por isto que há inúmeras ONGs que a ele se dedicam, é por isto que estas ONGs louvaram a ascensão de Obama, o messias abortista, pois sabiam que ele, exatamente como vem fazendo, lhes daria os recursos necessários para expandir ainda mais o abortismo pelo mundo.

Aqui no Brasil, em que inúmeras ONGs (sempre elas...) com a conivência de governantes e parlamentares tentam impor goela abaixo da população que a liberação do aborto é um passo necessário para nosso salto para o futuro, não é difícil imaginar as inúmeras promoções que serão feitas caso esta cultura da morte entre de vez em nosso país.

"Legalização do aborto aumenta mortes maternas": agora em PDF

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O leitor Alexandre Magno Brito de Medeiros fez a gentileza de produzir uma versão em PDF do artigo "Legalização do aborto aumenta mortes maternas".

Agradeço muitíssimo a gentileza e o desprendimento de Alexandre Magno.

Disponibilizo esta versão através do Scribd. Para ver em tela cheia, é só clicar aqui. Quem quiser salvar para posterior leitura ou impressão, é só clicar em "More" e depois em "Save Document".


Legalização do aborto aumenta mortes maternas

terça-feira, junho 09, 2009

Do Blog NOTÍCIAS PRÓ-FAMÍLIA: Entrevista com arcebispo brasileiro acerca da excomunhão dos médicos aborteiros

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Três de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Nota: A seguinte entrevista com o Arcebispo José Cardoso Sobrinho, de Olinda e Recife, Brasil, foi feita pela jornalista francesa Jeanne Smits. A entrevista apareceu originalmente em francês no jornal Present, e foi republicada no blog dela em inglês. A Sra. Smits concedeu amavelmente a LifeSiteNews permissão para republicar o artigo integralmente.

Pergunta: Como resultado do caso de Recife, o jornal L’Osservatore Romano publicamente rejeitou suas declarações sobre a excomunhão automática daqueles que escolheram o aborto para a pequena menina e o executaram. Desde então, surgiu uma tendência nos meios de comunicação sugerindo que o ensino da Igreja mudou quanto à determinação se o aborto (quando a vida da mãe está em perigo ou em outras circunstâncias particulares) é errado, se é pecado. Por outro lado, as mentiras dos meios de comunicação acerca de pontos importantes do caso têm sido abundantes, embora muitas pessoas tenham expressado admiração por sua atitude. Será que sua Excelência poderia nos dizer o que realmente aconteceu?

Resposta: Primeiramente quero expressar minha gratidão muito profunda a todos aqueles que expressaram apoio. Recebi centenas de mensagens de solidariedade do mundo todo: padres, bispos, leigos, aprovando minha decisão de falar claramente acerca da lei da Igreja. Recebi o prêmio Von Galen de Human Life International, e bem recentemente a Associação Pró-Vida de São Paulo também me designou seu prêmio. Graças a Deus, muitas pessoas aprovam o que fiz.

Há algumas pessoas, porém, na França, no Canadá… inclusive bispos, que escreveram artigos ou cartas públicas para declarar sua desaprovação. Num espírito de diálogo, gostaria de dizer que é errado dizer que nós — isto é, a mim mesmo e o padre paroquial da menina grávida — não demos a ela a atenção especial de que ela necessitava. Demos-lhe toda atenção e cuidado. O que infelizmente foi publicado não é simplesmente verdade: fizemos tudo o que estava dentro de nossa capacidade para ajudar.

Alguns, quando falam sobre a publicidade em torno desse caso, afirmam que não era “oportuno” falar de excomunhão. Não concordo com esse ponto de vista. Eles estavam praticamente me dizendo que deveríamos ter esquecido o que a Lei Canônica diz acerca de excomunhão. Minha opinião é diferente. Digo que essa lei existe para o bem da Igreja. E que não fui eu quem excomungou ninguém, como repeti inúmeras vezes. Aqueles que me acusam dizem que fui eu quem “excomungou”, e isso é totalmente falso; eu simplesmente atrai a atenção para uma lei que existe na Igreja, cânon 1398. E pergunto: é adequado permanecer em silêncio, como muitos afirmam? Teria sido melhor que eu não falasse nada sobre excomunhão? Bem, respondo que não concordo. É uma lei da Igreja para o bem da Igreja. Existiu durante muitos séculos. O novo Código de Lei Canônica, promulgado em 1983 pelo Servo de Deus Papa João Paulo 2, reitera essa lei. Da mesma forma, o Catecismo da Igreja Católica, publicado pelo mesmo papa em 1992, repete e comenta acerca dessa lei. Teria sido melhor ficar em silêncio? Bem, em minha opinião, é da mais elevada importância atrair a atenção de todos e especialmente os fiéis católicos, para a seriedade do crime do aborto. É por esse motivo que a lei existe.

Nós, em nossa diocese, temos recebido muitas mensagens de muitas pessoas que me disseram: “Agora, entendo melhor a gravidade do aborto, e mudarei minha consciência”. Em minha opinião, o ato de atrair atenção para a existência dessa excomunhão produz um benefício espiritual entre os fiéis católicos, mas também entre outros, que, aparentemente, de forma sossegada se submetem a abortos e que, creio eu de agora em diante, pesará na consciência deles a gravidade do que estão fazendo. E essa é a meta final dessa lei da Igreja, dessa penalidade de excomunhão: é medicinal. É um remédio para a conversão de todos. Para a pessoa que incorre nele, é um meio de fazê-lo entender que ele terá de responder a seu ato diante de Deus. Com a Igreja, desejamos que cada pessoa individualmente, mesma aqueles que seguem a vereda do erro, possa viver de acordo com a lei de Deus. Não queremos a condenação eterna de ninguém. Em minha opinião, silêncio — não falado de excomunhão — causaria grave prejuízo à Igreja.

Mas há algo mais sério. Tenho a impressão de que entre aqueles que falaram contra mim, alguns estão praticamente insinuando que seria melhor ab-rogar o cânon sobre excomunhão. Mas a Igreja não crê nisso. A Igreja sustenta essa lei, porque é necessária para o bem comum da Igreja, quando o assunto é ofensas bem graves, que há uma lei clara, e que essa lei seja aplicada. Esses são princípios de grande importância. Para mim, o silêncio equivaleria à cumplicidade. Sabemos — todos os meios de comunicação internacionais dizem isso — que há até 50 milhões de abortos anuais, a nível mundial. Aqui no Brasil, o número citado é cerca de um milhão anualmente. Em consciência, estou certo de que é necessário falar, despertar a consciência das pessoas, porque o silêncio pode ser interpretado como aprovação.

Leia o restante aqui.

quinta-feira, junho 04, 2009

Um pouco de humor by Scrubs

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No vídeo acima, no início da cena, um casal de namorados, ambos médicos (J.D. e Kim), começa a discutir sobre o que fazer com a gravidez que "aconteceu". Até que eles chegam ao assunto daquela palavra iniciada por "a" (a-word), uma clara referência a quanto este assunto é sensível entre os norte-americanos.

Por volta de 00:18, uma enfermeira (Laverne) que estava por perto, ao ouvir um pedaço da conversa, indaga:


Laverne: Alguém disse "aborto"?


J.D., o médico, aponta para Kim.


Kim: Laverne, com todo respeito, isto não é assunto teu. E nem de Jesus.


A enfermeira coloca em cima do balcão uma imagem de Jesus e continua.


Laverne: Creio que Ele pensa diferente.


Nisto J.D. começa a fantasiar -- coisa que ele faz sempre --, e em sua fantasia a imagem de Jesus ganha vida e o próprio Jesus começa a lhe falar.


Jesus Cristo: Ela está certa, J.D.; toda vida é preciosa.


J.D.: Mas e se ter este bebê for um grande erro?


Jesus, esfregando os olhos e fazendo cara de impaciente, continua.


Jesus: Ok... Vou tentar simplicar a coisa... Sem abortos, ok?


J.D. tenta argumentar.


J.D.: Mas e se...


Jesus, cortando-lhe a fala, fazendo uma voz cantarolante.


Jesus: Sem abortos!


J.D.: Deixe-me terminar! Mas e se os pais forem viciados que negligenciarão seus filhos?


Jesus faz uma cara de sério e compenetrado, caçoando de J.D.


Jesus: Oh... Bem... Neste caso, tudo estaria bem.


J.D.: Sério?


E Jesus gritando e balançando os braços para J.D.


Jesus: Sem abortos!!! Como é que você não consegue entender isto???


Assim termina a fantasia de J.D.


A cena é hilária e a mensagem é perfeita. Pouco importa se os pais serão ou não negligentes -- aliás, quem tem bola de cristal que funcione? --, pouco importa se um bebê "aconteceu", nada disto importa. O que importa realmente é que um ser humano foi concebido e ele tem o direito à vida como cada um de nós.

Como é que tem gente que não entende isto?

L´Osservatore Romano, deixa o bispo falar!

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"Enviamos a resposta da arquidiocese ao artigo de Monsenhor Fisichella para Roma. É de direito que seja permitida uma resposta devido a publicação de informações falsas sabe-se lá por qual motivo. Os leitores de L´Osservatore Romano deveriam poder conhecer o outro ponto de vista."

Segundo o LifeSiteNews, estas são palavras de Dom José Cardoso Sobrinho, o corajoso Arcebispo de Olinda e Recife, em uma entrevista a um jornal francês, indicando que o L´Osservatore Romano está colocando empecilhos à publicação da excelente resposta da arquidiocese.

O que podemos dizer? A se confirmar esta má vontade em publicar a resposta da Arquidiocese de Olinda e Recife a um artigo no mínimo desastrado de Msgr. Fisichella, parece que vai indo muito mal o jornal romano. Isto sem contar que o já mal-estar recentemente causado por um editorial do mesmo jornal que dizia que Barack Obama não é abortista.

Não chamar Obamaborto (by Wagner Moura) de abortista, o que ele realmente é, só pode indicar duas coisas: ou está faltando acesso à internet, ou se está realmente querendo criar confusão entre os católicos.

Quanto à primeira eu posso ajudar: é só acessar este link para se ter uma idéia do que Obama já botou em prática até o momento. E isto apenas como presidente, pois seu histórico antes da eleição é mais escabroso ainda, tendo por vezes ocupado a tribuna do Senado norte-americano para defender o "direito" de serem feitos abortos de último trimestre de gestação, uma coisa que é tão grotesca que é difícil alguém diferenciar tal ato de puro e simples infanticídio. Pois é... E, para o L´Osservatore Romano, Obama não é abortista? Ok!

Apenas um recado para o L´Osservatore Romano: conceda o direito de resposta a Dom José Cardoso Sobrinho. Isto sim é um direito! E é mais do que necessário.

49 milhões a 5 - Ann Coulter

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Fui alertado pelo amigo Matheus Cajaíba, do excelente blog Jornada Cristã, para um excelente artigo da conservadora norte-americana Ann Coulter sobre o caso do assassinato do abortista George Tiller. Segue abaixo uma tradução livre (original aqui).

Os puristas podem estranhar, mas resolvi traduzir o termo "liberals" por "esquerdistas". Fiz isto para tentar uma aproximação da cena política norte-americana com a nossa, facilitando o entendimento das forças que movem aos pró-aborto.

Sobre o conteúdo do artigo da polemista norte-americana, o que posso dizer é que ele é impecável. Desde o início nota-se a forte denúncia da completa falta de critério dos que acusam TODO o movimento pró-vida de cumplicidade ou, ao menos, de aplainar o caminho para o assassinato do abortista. Trata-se apenas, lógico, de uma espessa cortina de fumaça e de uma maquiavélica manobra para tentar instumentalizar a morte do Dr. George Tiller.


Ann Coulter demonstra claramente como o "dinheiro de sangue" do abortista Tiller enchia as campanhas democratas, notoriamente a da antiga governadora do Kansas, estado onde fica a cidade -- Wichita -- onde o assassinato foi cometido. Governadora esta que largou o mandato para ser nomeada para uma alta posição no governo Obama.
E demonstra também como os mesmos que se juntaram para, após os ataques terroristas de setembro de 2001, mostrar que a maioria dos muçulmanos é de pessoas pacíficas, apesar da morte de mais de 3.000 norte-americanos, são os mesmos que agora querem classificar de terroristas todos os pró-vidas por causa do assassinato do abortista por um homem com extenso histórico de doenças mentais e envolvimento com organizações obscuras.

Mas já estou contando o que fica bem melhor na pena da articulista...


Finalizando, eu gostaria apenas que sejam bem notados os dois últimos parágrafos, nos quais Ann Coulter utiliza exatamente argumentos abortistas, nada tirando e nada pondo, para enfaticamente mostrar como a defesa do aborto é nada menos que a defesa do assassinato. Uma magistral utilização de reductio ad absurdum.


Sem mais, segue o artigo.


***


49 milhões a 5


Logo após o assassinato a tiros do abortista George Tiller, o presidente Barack Obama enviou uma mensagem alertando que esta nação não tolerará ataques a militantes pró-vida ou a qualquer norte-americano por causa de sua religião ou crença.

Haha! Brincadeirinha! Esta foi a principal manchete -- com pequenas alterações -- de um editorial do New York Times lançando um alerta sobre teoréticos crimes de ódio contra muçulmanos, que foi publicada oito meses após os atentados de 11/09/2001. Será que os pró-vidas poderão ver aprovada uma lei contra crimes de ódio e também páginas e páginas escritas para convencer aos norte-americanos que "a maioria dos pró-vidas são pacíficos"?

Por anos temos ouvido falar sobre a grave ameaça de que os norte-americanos reajam desproporcionadamente a um ataque terrorista cometido por 19 muçulmanos bradando "Allahu akbar" enquanto guiavam aviões comerciais em direção a arranha-céus de New York. Isto seria o equivalente a 19 pró-vidas gritando "Cada aborto assassina um coração pulsante!" enquanto alvejassem milhares de cidadãos inocentes em Wichita, Kansas.

Por que os esquerdistas não estão se apressando a nos assegurar desta vez que "a maioria dos pró-vidas são pacíficos?" Bem diferente dos muçulmanos, os pró-vidas verdadeiramente são pacíficos.

De acordo com recentes pesquisas de opinião, a maioria dos norte-americanos se opõem ao aborto -- o que é consistente com a histérica recusa dos esquerdistas em votar sobre tal assunto. Em um país com aproximadamente 150 milhões de pró-vidas, 5 abortistas foram mortos desde Roe x Wade.

Durante os mesmos 36 anos, mais de 49 milhões de bebês foram assassinados por abortistas. Vamos rever o placar, torcedores: 49.000.000 a 5.

Enquanto isto, perto de 2 milhões de muçulmanos vivem nos EUA, e, embora os muçulmanos sejam menos assassinos que abortistas, estou bem certa que eles mataram mais do que 5 pessoas nos EUA nos últimos 36 anos. Por alguma razão, o número "3.000" fica aparecendo em minha mente.

Então, em um país que é mais do que a metade pró-vida -- e que 80% se opõem aos aborto de último trimestre, os do tipo que eram feitos por Tiller -- apenas 5 abortistas foram assassinados. E em um país que é menos do que 0,5% muçulmano, algumas dúzias de muçulmanos mataram milhares de norte-americanos.

Mas a morte de aproximadamente um abortista por década leva os esquerdistas a condenar todo o movimento pró-vida como "terroristas domésticos". Pelo menos os esquerdistas finalmente encontraram alguns terroristas que eles gostariam de enviar para Guantanamo.

Tiller gabava-se sobre já ter feito 60.000 abortos, incluindo abortos de bebês viáveis, aptos a sobreviverem fora do útero de suas mães. Ele ganhou milhões de dólares fazendo abortos de último trimestre, que são tão grotescos que apenas dois outros abortistas o fazem em todo o país.

A lei de Kansas permite abortos no último trimestre apenas para salvar a vida da mãe ou para prevenir um "irreversível dano físico" à mãe. Mas Tiller estava mais do que feliz em assassinar bebês viáveis, pois: 1) cada aborto deste tipo custava US$ 5.000; 2) ele atestava que havia "condições substanciais e irreversíveis" para justificar o aborto, o que, na visão do Dr. Tiller, aparentemente incluiria ser impedida de ir a shows ou a rodeios, ou ainda ficar "temporariamente deprimida" por causa da gravidez.

Em retorno pelo dinheiro de sangue do rentável abatedouro de Tiller, os democratas teceram uma rede de proteção para o abortista.

Em 1997, o jornal The Washington Post publicou que Tiller compareceu à Casa Branca -- Bill Clinton era o presidente -- para um café-da-manhã para os maiores doadores de campanha. Além da doação de US$ 25.000 para Clinton, Tiller queria agradecer-lhe pessoalmente pelos 30 meses de sua proteção a cargo de agentes federais pagos pelo dinheiro dos contribuintes.

Os democratas de Kansas que recebiam de Tiller centenas de milhares de dólares em doação para campanhas repetidamente intervinham para barrar qualquer interferência no abortório de Tiller.

Kathleen Sebelius, que era a governadora do estado do Kansas até Obama a nomear para a Health and Human Services Secretary, recebeu centenas de milhares de dólares em doações de Tiller. Enquanto governadora, Sebellius vetou uma lei que restringiria os abortos de último trimestre e uma outra que obrigaria Tiller a entregar seus registros sobre atestados de "condições substanciais e irreversíveis" em justificativa dos abortos no último trimestre.

O Procurador-Geral Paul Morrison também foi eleito com a ajuda do dinheiro de sangue de Tiller em substituição ao anterior, um republicano, que estava no meio de uma investigação sobre vários crimes de Tiller, incluindo sua falha em relatar estupros de menores ("statutory rapes" - nos EUA, o sexo de um(a) adulto(a) com um(a) menor de 16 anos, mesmo consentido, é considerado um tipo de estupro), apesar de fazer abortos em meninas grávidas com apenas 11 anos.

Mas logo após Morrison substituir o Procurador-Geral republicano, as acusações contra Tiller foram reduzidas e, em curto espaço de tempo, ele foi absolvido de crimes menores. Apesar disto, em um caso que não é incomum ao se fazer negócios com democratas, Morrison já é história, tendo sido forçado a sair quando sua amante o acusou de assédio sexual e corrupção.

Tiller não era protegido apenas por uma Guarda Pretoriana de democratas eleitos, mas também pela pluralidade protetora da Evangelical Lutheran Church in America (ELCA - Igreja Evangélica Luterana na América) -- coincidentemente, a mesma igreja ao qual pertencia um conterrâneo de Tiller que se auto-proclamava "BTK killer" (um famoso matador em série de Wichita).

A página oficial da ELCA assim instrui aos visitantes: "Um vida em desenvolvimento no útero não tem um direito absoluto ao nascimento". Assim como decidem quem tem e quem não tem um "direito absoluto a nascer", quem é que pode dizer que abortistas que fazem os abortos de último trimestre têm "direito absoluto" à vida?

Eu não mataria um abortista, mas eu não desejaria impor meus valores morais aos outros. Ninguém é a favor de atirar em abortistas. Mas como a criminalização de homens tomando difíceis e trágicas decisões será um meio efetivo de alcançar a meta de reduzir o assassinato de abortistas?

Seguindo os preceitos morais dos esquerdistas, acredito que a correta posição seja: Se você é contra o assassinato de abortistas, então não atire em um.

terça-feira, junho 02, 2009

ONGs abortistas: por um punhado de dólares

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A professora Yvonne Maggie, antropóloga da UFRJ, no último Domingo deu entrevista ao jornal O Globo, falando sobre sua total rejeição à política de quotas. Apesar de concordar creio que 100% com o que ela diz sobre o assunto, o que quero abordar aqui é o diagnóstico que ela faz sobre a atuação de interesses externos nesta questão.

Segue a pergunta e a resposta da professora.

"O Globo - O Brasil sucumbiu à pressão internacional?

Yvonne Maggie
- A pressão talvez tivesse caído no vazio se não houvesse dinheiro americano nessa história. A Fundação Ford investiu milhões de dólares no Brasil, formando advogados, financiando debates, criando organizações não-governamentais (ONGs). Não temos mais movimentos sociais. Quem luta em favor das cotas se transformou em ONG que recebe dinheiro do governo e da Fundação Ford. Juntou-se a fome com a vontade de comer. O governo inventa as ONGs, financia, e depois diz que as cotas são uma demanda do povo."
Alguma semelhança com o que ocorre em relação ao aborto não é mera coincidência...

Talvez sem saber, a professora deu um preciso diagnóstico do que acontece com a questão do aborto no Brasil. ONGs inúmeras, sempre se dizendo representantes de amplos setores da sociedade, estão, na verdade, é procurando impor interesses internacionais por aqui.

"Não temos mais movimentos sociais", disse muitíssimo bem a antropóloga. O que temos é uma minoria barulhenta e cheia de grana de fundações internacionais procurando impor uma agenda que é totalmente contrária à vontade de nossa população. Os mais de 90% brasileiros contrários à legalização do aborto indica que este pessoal quer nem saber o que o povo pensa, basta-lhes o ouro estrangeiro para conseguir amplo acesso à mídia e infestar os departamentos de ciências sociais das universidades públicas e das PUCs (sempre elas...).

O fato é que ONGs abortistas tentam esconder que são um criadouro de feminismo radical com uma agenda claríssima: liberação total do aborto. Mascaram esta busca sob o véu de luta pelo direito de mulheres pobres, mulheres estas que apenas lhes servem de pretexto para abocanhar uma grana preta de quem lhes financie a luta pela matança de crianças.

Legalização do aborto aumenta mortes maternas

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Abaixo segue uma tradução livre de um documento (original aqui) divulgado pela organização Minnesota Citizens Concerned for Life no qual é demonstrado que o argumento de que a legalização do aborto leva à redução da mortalidade materna só faz sentido na cabeça de abortistas.

As evidências indicam justamente o contrário. O que diminui mesmo a mortalidade materna é assistência médica de qualidade amplamente disponível para as mulheres, principalmente as que estão passando por uma gestação.


***


A legalização do aborto protege a saúde da mulher?

Lidando com o argumento para a expansão do acesso ao aborto

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que são feitos 42 milhões de abortos a cada ano, e, destes, 20 milhões são ilegais ou executados clandestinamente. Segundo a OMS, abortos inseguros causam por volta de 65.000 a 70.000 mortes maternas a cada ano(1), 99% das quais ocorrendo nos países em desenvolvimento(2).

Baseados nestes números (que são altamente questionáveis e não confiáveis)(3), alguns grupos argumentam que, acabando com leis que proíbem ou restringem o aborto, isto ajudaria a prevenir que muitas mulheres morressem ou sofressem seqüelas resultantes de abortos ilegais. "A legalização do aborto e a disponibilização de serviços de planejamento familiar causam considerável queda de mortes relacionadas ao aborto", declara a International Planned Parenthood Federation(4).

Porém tal conclusão é contrária à evidência disponível. A falta de modernos tratamentos médicos e assistência médica de qualidade, e não a proibição do aborto, resulta em altas taxas de mortalidade materna. A legalização do aborto na verdade leva a mais abortos -- e nos países em desenvolvimento, onde a assistência médica às mães é deficiente, isto aumentaria o número de mulheres que morrem ou sofrem seqüelas por causa de abortos.

O Problema da mortalidade materna

Condições maternas, relacionadas ao aborto ou não, causam 1.9% das mortes mundiais para mulheres e meninas(5). A mortalidade materna permanece um sério problema nos países em desenvolvimento.

Em muitos casos, faltam a mais básica assistência médica ou cuidados pré-natais. Muitas vezes não há atendimento ao parto, o ambiente hospitalar não tem condições sanitárias mínimas, instalações de emergência e suprimentos são inexistentes ou inadequados, médicos não são treinados ou não possuem equipamentos para lidar com situações que envolvam trauma, e suprimentos médicos e cirúrgicos básicos tais como antibióticos e luvas esterilizadas são insuficientes ou inexistentes. Tais perigos para uma mulher grávida estão presentes se uma gravidez é terminada por aborto ou pelo nascimento da criança.

A solução: melhor assistência

A maioria das mortes maternas podem ser prevenidas através de nutrição adequada, assistência médica básica e um bom acompanhamento obstétrico durante a gestação, parto e pós-parto. Nos países desenvolvidos, o declínio nos índices de mortalidade materna coincidem "com o desenvolvimento de técnicas obstétricas e a melhora na saúde em geral da mulher" (de 1935 a 1950), de acordo com a OMS(6). Isto ocorreu bem antes da legalização do aborto se espalhar por todo o mundo desenvolvido.

Nos EUA o aborto era um procedimento relativamente seguro bem antes que ele se tornasse legal, em 1973 (Figs. 1 e 2). Dra. Mary Calderone, que foi diretora médica da Planned Parenthood, concluiu, em 1960, que "o aborto, seja terapêutico ou ilegal, não é mais perigoso, devido a estar sendo feito por médicos"(7).

Dr. Bernard Nathanson, que foi um líder abortista e co-fundador da NARAL Pro-Choice America, escreveu em 1979 que o argumento que mulheres nos EUA poderiam morrer devido a abortos ilegais e inseguros "é agora totalmente inválido e obsoleto" porque "antibióticos e outros avanços diminuíram dramaticamente a taxa de mortes devidas a abortos"(8).

Na Inglaterra e no País de Gales, a taxa de mortalidade materna caiu de um pico de 550 (mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos) em 1931 para menos de 50 em 1960. Esta queda considerável é devida ao uso de antibióticos, transfusões de sangue e ao tratamento da hipertensão durante a gravidez(9).

De acordo com o Relatório dos Países em Desenvolvimento, do Banco Mundial, Malásia e Sri Lanka reduziram consideravelmente as taxas de mortalidade materna através da ampla disponibilização de parteiras e enfermeiras nas áreas rurais e também pela disponibilização de medicamentos apropriados e equipamentos, melhorias na comunicação, transporte e serviços de apoio. No Sri Lanka, a taxa mortalidade materna -- o número de mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos -- caiu de 2.136 em 1930 para 24 em 1996. Na Malásia, ela caiu de 1.088 em 1933 para apenas 19 em 1997(10).

Dr. Neelam Dhingra, da OMS, atestou que hemorragias severas contribuem para até 44% das mortes maternas na África, muitas das quais podem ser prevenidas simplesmente através do acesso a sangue de qualidade(11). A moderna Medicina e uma melhor assistência médica são a chave para proteger as vidas e a saúde das mulheres.



Aborto legalizado não significa aborto seguro

Contrário ao que declara a International Planned Parenthood Federation e outros grupos pró legalização do aborto, não existe uma relação direta entre leis permissivas ao aborto e taxas de mortalidade materna. Na verdade, a legalização do aborto nada faz para resolver o problema da falta de assistência médica dos países em desenvolvimento.

De acordo com a United Nations Population Division (UNPD), não tem havido substancial decréscimo na mortalidade materna ou mortalidade infantil desde a Conferência Internacional para População e Desenvolvimento no Cairo, em 1994, e a 4a. Conferência Mundial sobre as Mulheres em Pequim, em 1995(12). Isto é verdade apesar de sabermos que, no mesmo período, mais mulheres tiveram acesso ao aborto do nunca antes na história.

Os exemplos de Rússia, EUA, Irlanda e Polônia demonstra que nações com severas restrições ao aborto têm, na verdade, taxas mais baixas de mortalidade materna do que países onde o aborto é totalmente liberado. Os dados da Figura 3 foram tirados do Relatório da Mortalidade Mundial de 2005, publicado pela UNPD(13).

Na Índia, o aborto é amplamente permitido, mas mortes maternas são comuns devido a inseguras condições médicas. De acordo com "Políticas sobre Aborto: Um Relatório Global", da UNPD, "Apesar da liberação do aborto, abortos inseguros têm contribuído para as altas taxas de mortalidade materna na Índia (570 mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos em 1990)"(14).

Em contraste a isto, a taxa de mortalidade materna no Paraguai é muito menor, apesar da proibição da maioria dos abortos e do fato que "abortos clandestinos são comuns". A taxa está em declínio -- "de 300 mortes por 100.000 nascimentos vivos em 1986 para a mais recente estimativa governamental, em 1995, de 190 mortes por 100.000 nascimentos vivos"(15).

A evidência mostra que a taxa de mortalidade materna de um país é determinada mais pela qualidade da assistência médica do que pelo status legal do aborto. Complicações no aborto não são uma conseqüência da legalidade do procedimento, mas das condições médicas em que o aborto é feito.


Aborto legalizado significa mais abortos

A legalização do aborto pode não tornar o procedimento menos arriscado, mas ela tem uma clara conseqüência: a legalização do aborto aumenta o número de abortos. Nos EUA, o número de abortos saltou de estimados 98.000 por ano para um pico de 1,6 milhões após a total legalização em 1973(16). É o que explica Stanley Henshaw do Guttmacher Institute (entidade militante pelo aborto legalizado): "Na maioria dos países, é comum após a legalização que o número de abortos cresçam acentuadamente por vários anos, seguida de uma estabilização, exatamente como vimos acontecer nos EUA"(17).

Na África do Sul, por exemplo, o número de abortos cresceu de estimados 1.600 em 1996, o ano anterior ao qual o aborto foi legalizado, para 85.621 em 2005.(18) Em contraste a isto, quando a Polônia finalmente proibiu a maioria dos abortos após décadas de liberação e financiamento governamental, as evidências sugerem que o número total de abortos (legais e ilegais) diminuiu drasticamente.(19)

É plausível concluir que dado o substancial aumento no número total de abortos em seguida à legalização, o número (assim como a taxa) de mortes maternas relacionadas ao aborto devem na verdade aumentar, e não diminuir.

Aborto legalizado é uma grave ameaça

Nos países em desenvolvimento, o perigo da legalização do aborto é especialmente sensível. Jeanne E. Head, enfermeira, representante da ONU junto ao National Right do Life Committee, explica: "As mulheres, que em geral correm risco antes de um aborto porque lhes faltam acesso a médicos, a hospitais ou a antibióticos, sofrerão dos mesmos males após a legalização do aborto. E se a legalização cria uma maior demanda por abortos, como acontece na maioria dos países, mais mulheres estarão competindo pelos já limitados recursos médicos".(20)

Mesmo nos EUA, país de ponta na Medicina Moderna, por volta de 400 mulheres morreram devido ao aborto desde que o procedimento foi amplamente legalizado em 1973.(21)

O aborto jamais é inteiramente seguro. Mas nos países em desenvolvimento sem a devida assistência médica às mulheres grávidas, o aumento de abortos que resultaria da legalização não apenas aumentaria a mortalidade materna, como também teria um efeito devastador na vida e saúde de mulheres e meninas.

Leis contrárias ao aborto são necessárias para proteger não apenas a criança não-nascida, mas também a vida de suas mães. As mulheres necessitam de apoio e cuidados médicos, e não de abortos.


Uma questão de justiça

A Justiça requer que leis protejam a dignidade e direitos de cada membro da família humana, tanto os não-nascidos quanto suas mães. O argumento da "mortalidade materna" para a liberação do aborto é completamente falho -- legalização do aborto apenas leva a mais abortos, e, como resultado disto, mais complicações relacionadas ao aborto para as mulheres. Uma melhor assistência médica, e não abortos, é a solução para o problema de mortes maternas nos países em desenvolvimento.



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Notas

1) Fifty-Seventh World Health Assembly, Report by the Secretariat on Reproductive Health, A57/13 (15 April 2004).

2) World Health Organization, Unsafe Abortion: Global and Regional Estimates of the Incidence of Unsafe Abortion and Associated Mortality in 2003, 5th ed. (Geneva: World Health Organization, 2007).

3) Em seu relatório sobre Aborto Ilegal, de 2007, a OMS admite: "Onde o aborto é restrito e largamente inacessível, ou mesmo legal mas de difícil acesso, pouca informação está disponível para a prática do aborto. Em tais circunstâncias, é difícil quantificar ou classificar o aborto. Qualquer informação disponível é inevitavelmente não confiável". A United Nations Population Division (UNPD) declara que estas estimativas são "muito especulativas, já que dados confiáveis faltam para a grande maioria dos países". Nações Unidas, Monitoramento da População Mundial, 2002 (New York: United Nations, 2004), Sales No. E.02.XIII.14. Jeanne E. Head, enfermeira, assim resume: "Dados insuficientes tornam uma acurada idéia do status do aborto e de legislações favoráveis ao aborto em todo o mundo uma tarefa virtualmente impossível. As estimativas da OMS são largamente produzidas por estimativas estatísticas, baseadas em dados insuficientes, e em premissas sem qualquer fundamentação". - Jeanne E. Head e Laura Hussey, "O acesso ao aborto protege a saúde da mulher?", The World & I, June 2004, 52-57.

4) “Abortion,” International Planned Parenthood Federation,
(20 April 2009).

5) World Health Organization, World Health Report 2002 (Geneva: World Health Organization, 2002).

6) World Health Organization, Maternal Mortality: A Global Factbook (Geneva: World Health Organization, 1991).

7) Mary S. Calderone, “Illegal Abortion as a Public Health Problem", American Journal of Public Health 50 (July 1960): 949.

8) Bernard N. Nathanson and Richard N. Ostling, Aborting America (New York: Doubleday, 1979), 194.

9) World Health Organization, Maternal Mortality: A Global Factbook.

10) The World Bank, World Development Report 2006 (July 2004).

11) Representative Smith (NJ), “Reducing Maternal Mortality Both at Home and Abroad,” Congressional Record 154: 82 (19 May 2008), H4125.

12) United Nations, World Mortality Report 2005 (New York: United Nations, 2006), Sales No. E.06.XIII.3.

13) Ibid.

14) United Nations, Abortion Policies: A Global Review (New York: United Nations, 2002), Sales No. E.01.XIII.18, 56-58.

15) United Nations, Abortion Policies: A Global Review (New York: United Nations, 2002), Sales No. E.02.XIII.5, 29-31.

16) Uma equipe de pesquisas, em 1981, utilizou um confiável modelo matemático para estimar uma média de 98.000 abortos ilegais a cada ano nos 32 anos precedentes à legalização. Barbara J. Syska, Thomas W. Hilgers, M.D., and Dennis O’Hare, “An Objective Model for Estimating Criminal Abortions and Its Implications for Public Policy,” in New Perspectives on Human Abortion, ed. Thomas W. Hilgers, M.D., Dennis J. Horan and David Mall (Frederick, MD: University Publications of America, 1981).

17) Stanley Henshaw, Guttmacher Institute (16 June 1994), Press release.

18) Wm. Robert Johnston, “Historical abortion statistics, South Africa,” Johnston’s Archive, 26 October 2008,
(22 April 2009).

19) Wm. Robert Johnston, “Data on abortion decrease in Poland,” Johnston’s Archive, 26 May 2008,
(22 April 2009).

20) Jeanne E. Head and Laura Hussey, 56.

21) Centers for Disease Control and Prevention, “Abortion Surveillance—United States, 2005,” Morbidity and Mortality Weekly Report 57, no. SS-13 (28 November 2008).

segunda-feira, junho 01, 2009

14 anos e um corpinho de 3!

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Pouco tempo atrás, quando o STF se meteu a liberar pesquisas com embriões congelados, teve um monte de gente que pulou em defesa desta decisão imoral afirmando que já que os embriões ficariam lá sem serventia, seria mais do que natural, mais humanitário até segundo alguns, que eles fossem utlizados em pesquisas.

O argumento para esta imoralidade? Bem... Pesquisadores e médicos afirmavam que após 3 anos os embriões tornar-se-iam inviáveis para implantação. Tudo bem, tudo certo... só que a realidade -- sempre ela! -- vem e desmente a mentira criada por fortíssimos grupos de interesse e divulgada de forma ampla por uma mídia que pouco se importa em procurar a verdade.

À época divulgou-se bastante
o caso do menino Vinicius Dorte, que, após 8 anos congelado quando ainda embrião, foi implantado no útero de sua mãe e hoje é um menino saudável a dar alegrias a seus pais.

Mas o caso do menino Vinicius não é exceção. Na Inglaterra, uma menina chamada Shani Moran-Simmonds mostra que cada embrião é já uma vida humana que isto de colocar limites ao tempo congelado é coisa que só pode mesmo sair da cabeça de pesquisadores bem pouco preocupados com a ética, coisa de quem está bem mais preocupado em arrumar mais e mais financiamentos para suas pesquisas e que liga bem pouco para o descarte de vidas humanas.


Shani esteve congelada como embrião durante mais de 1 década! Implantada no útero de sua mãe, Shani hoje é uma menina linda e completamente normal. Onde é mesmo que está a inviabilidade?

É bom que se diga que fertilizações in vitro são também imorais, devendo a geração de filhos seguir sempre o curso natural. E a própria história da menina Shani é tristemente marcada pela geração de inúmeros embriões que não conseguiram se fixar no útero de sua mãe. Mas tomando o fato de que já foram gerados estes seres humanos, é mais imoral ainda tantos procurarem sacrificá-los no altar da Ciência, como se isto fosse aceitável, ou,
mais humanitário.

Não é! E a vida da menina Shani é mais um argumento que ajuda a calar a boca daqueles que pensam que a ciência é uma entidade auto-suficiente e que pode, à simples menção de uma palavra mágica -- ZATZ!!! -- prescindir de qualquer contato com a moral. Isto não é ciência, é apenas uma breve parada antes do caos.