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quarta-feira, abril 20, 2011

Vamos ajudar um blogueiro ir ao Vaticano

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Meu amigo Wagner Moura, autor do excelente blog católico "O Possível e o Extraordinário" foi convidado pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais para representar o Brasil em um encontro de blogueiros católicos de toda a Igreja que acontecerá em Roma, um dia após a beatificação do Papa João Paulo II.

Como o próprio explica em seu blog, ele está necessitando de nossa ajuda para arrecadar fundos que o ajudem com as despesas da viagem e hospedagem, pois este convite pegou-o totalmente de surpresa e o tempo para arrumar o dinheiro é escasso.

Os dados com as contas para depósito das doações podem ser vistos em postagem em seu blog, mas já adianto e os coloco aqui mesmo:
Agradeço doações para qualquer uma das seguintes contas em nome de Wagner L. R. Moura:

Banco do Brasil: Conta Poupança
Agência: 4445-8
Conta: 19.037-3
(No Banco do Brasil minha conta é POUPANÇA)

Bradesco: Conta Corrente
Agência: 1037-5
Conta: 37383-4

Meu e-mail – opossiveleoextraordinario@gmail.com

Vamos ajudar um blogueiro nota 10 a nos representar no Vaticano!

terça-feira, abril 12, 2011

Discurso mostra as raízes da Cultura da Morte

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Dep. Elimar Máximo Damasceno
"Entre minhas preocupações, destaco a defesa da vida, em todos os momentos de sua existência, e da família, instituição tão ameaçada nos dias de hoje. Em verdade, o aborto, a eutanásia, a esterilização em massa de homens e mulheres, a educação sexual hedonista constituem atentados à vida. Enquanto a desestruturação e as várias formas afetadas de família, defendidas por organizações e grupos deletérios, constituem ameaças à família legalmente constituída.

Por outro lado, o desenvolvimento científico no campo da reprodução e da genética trouxe preocupação para os estudiosos da bioética. Essa preocupação diz respeito à reprodução médica assistida, ao descarte de embriões, à redução embriológica, à clonagem de seres humanos, à criação do útero artificial e às experiências de cruzamento de espermatozóide humano com animais inferiores. Tudo isso é motivo de preocupação para os que defendem a vida e a família."

As palavras acima estão logo no início de um discurso proferido pelo então deputado federal Elimar Máximo Damasceno (PRONA-SP) em 28/04/2003 no Plenário da Câmara dos Deputados.

Só por estas palavras, dá para ter uma idéia do conteúdo, que pode ser lido integralmente no "Blog do Titio" na postagem "Há oito anos, deputado denunciava nazismo na Planned Parenthood", que recomendo a leitura.

Em seu pronunciamento, o deputado vai fundo na análise das raízes que impulsionam as várias iniciativas que têm como alvo a família e a vida humana, como o trecho abaixo demonstra bem.

"Mas a que devemos essas ameaças à vida e à família? Será isso resultante de um simples desenvolvimento científico ou de uma evolução social? Trata-se de um progresso? Acontecem por acaso esses atentados?

Essas perguntas é que pretendo responder durante este meu pronunciamento.

Em verdade, estão por trás desses atentados três principais interesses, quais sejam: 1) interesses de melhoria da raça humana; 2) interesse político no controle da população no Brasil; 3) interesse de investimentos em recursos para o controle da população no Brasil."

O texto é extenso, mas sua leitura é muito importante.

domingo, abril 10, 2011

Advogado pró-vida massacra feminista/abortista em debate

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Abaixo segue apenas um dos vídeos, o quarto dos cinco disponíveis, de um debate sobre o aborto ocorrido em 2007 na TV do Supremo Tribunal Federal, no qual o advogado Celso Galli Coimbra, mantenedor do blog Biodireito Medicina, defende brilhantemente a posição Pró-Vida. Os demais vídeos podem ser vistos no próprio blog do advogado e é altamente recomendado que quem defende a vida os assista.

À professora Lia Zanotta, representante do CNDM (Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres), restou o cruzar e descruzar de pernas, o gaguejar, o bufar de raiva, entre outras coisas.

Coitada da professora... Talvez ela tenha pensado que bastava fazer como o governo vem fazendo e enganando a muitos há muito tempo, dizer que tudo se trata de um problema de Saúde Pública e pronto. Aliás, o advogado Celso Galli Coimbra destrói a enganação abortista do tal problema de Saúde Pública, coisa que não tem qualquer fundamento utilizando-se os próprios dados oficiais do Ministério da Saúde.

É bom que se diga que o Ministro da Saúde do Governo Lula, José Temporão, também foi convidado ao debate e preferiu não comparecer e nem indicar representante. Talvez ele quisesse evitar o que teve de passar Lia Zanotta ao se ver enfrentando um debate sério sem qualquer argumento.

O debate teve momentos curiosíssimos. Um deles foi quando a professora defensora da legalização do aborto (Vídeo 3/5 - 10:38) diz que abortar não é matar o próprio filho. Ora, se o aborto por demanda não fosse a morte direta de um ser humano, toda esta discussão já teria terminado há muito. Patético.

Mas talvez o melhor momento seja quando o advogado Celso Galli Coimbra demonstra que o PL 1135/91, que trata da legalização do aborto, permite, através de artifício jurídico, que o aborto seja liberado até o momento anterior ao nascimento da criança, o que vai de encontro ao discurso da professora, que dizia que o movimento feminista defende o aborto até a 12a. semana de gestação.

Informada pelo advogado de que este limite de 12 semanas não está no projeto, Lia Zanotta diz uma frase que significa muito: "Não sei o que está no Projeto, meu senhor" (Vídeo 4/5 - 06:00).

Pois é... A professora Lia Zanotta fez parte da tristemente famosa Comissão Tripartite, que foi criada durante os primeiros tempos do Governo Lula especificamente para rever a legislação que proibia o aborto; esta comissão apresentou suas conclusões que serviram como base para modificação do texto do PL 1135/91, que ainda tramita no Congresso Nacional; e a professora vai à TV defender a legalização do aborto e, logicamente, também o PL 1135/91, sem que nem mesmo saiba o que vai no Projeto. Patético.

A verdade é que os abortistas em geral querem porque querem que todos se curvem à sua visão de mundo, por mais distorcida que esta seja. É por isto que a professora foi a um debate sobre um tema tão importante como é o aborto sem que tenha sequer apresentado um único dado comprovado. Sim, é isto mesmo! Uma professora-doutora, que leciona na UnB, vai a um debate e acha que não deve apresentar dado algum que possa ser comprovado. Talvez isto funcione com seus alunos...

Já o advogado Celso Galli Coimbra fez exatamente o oposto. Advogado experiente que é, mostrou dados e suas fontes, e derrubou uma a uma as teses da professora. Não sobrou pedra sobre pedra no castelo abortista. Mas também, convenhamos, é um castelo de areia, não?

Este debate demonstra também porque a maioria dos debates feitos no Brasil sobre o assunto aborto são quase sempre viciados, nos quais os abortistas ou são maioria na mesa ou simplesmente não existe a parte contrária. Quando a coisa é bem equilibrada, como foi o debate na TV do STF, a posição abortista faz água por todos os lados, e o que resta é um defensor do aborto cruzando e descruzando pernas, bufando, gaguejando, afetando indignação.

sábado, abril 09, 2011

Hipocrisia abortista 2

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Em entrevista à revista Marie Claire, ao lhe ser perguntado se é a favor do aborto, Maria do Rosário, ministra da Secretaria de Direitos Humanos,  saiu-se com a mais longa resposta dentre todas as respostas à mesma pergunta, que também foi feita às suas companheiras ministras:
"É um tema que precisa ser trabalhado pela sociedade e as mulheres brasileiras precisam ser escutadas. O que é um tema de saúde pública foi transformado num tema eleitoral nos últimos tempos. Não foi justo o que tentou se fazer com a presidenta Dilma como mulher, colocá-la em uma situação difícil. Foi muito adequado quando ela respondeu que essas circunstâncias não devem ser tratadas como um caso de polícia, mas sim de saúde pública. Sou favor de que no Brasil se cumpra a legislação, que diz respeito à questão do estupro, da violência de um modo geral. Acho que nós devemos avançar na questão do risco de vida da mãe, assegurando a agilização desses procedimentos. Concordo também nos casos de anencefalia, que não tenhamos essa dor perpetuada para as mulheres durante a gravidez. Essa é a minha posição institucional. Minha posição pessoal é contrária de que as mulheres sejam penalizadas."

Esta coisa de duas posições, uma pessoal e outra institucional, já foi tentada pelo ex-presidente Lula. É coisa de gente bicéfala, de gente que pensa que é possível defender uma coisa quando em um cargo público e outra pessoalmente. É a tática daqueles que preferem enganar em vez de afirmar explicitamente o que realmente pensa sobre o assunto.

Lula é um mestre nisto e parece que a ministra Maria do Rosário foi boa aluna, pois ela consegue a façanha de no mesmo parágrafo dizer que é a favor do cumprimento da lei e, logo em seguida, dizer que é contrária a que mulheres sejam penalizadas.

A eloqüência de Maria do Rosário contrasta com a economia de vocábulos da ministra Ana de Hollanda, mas nem por isto é menos desastrosa.

Quem gasta uma penca de palavras para responder se é ou não a favor do aborto, só quer enganar seu interlocutor. E é exatamente o que tenta fazer Maria do Rosário, e o melhor exemplo disto é exatamente que ela consegue se contradizer em um simples parágrafo. Bastava um simples sim ou não...

Após o massacre em Realengo, a ministra Maria do Rosário esteve no Hospital Albert Schweitzer, para onde foram encaminhadas as vítimas da tragédia. Lá a ministra deu a seguinte declaração:

"O Brasil está de luto. Nossa presença no Rio de Janeiro é símbolo de solidariedade. Eu vim representando a presidente Dilma. (...)

Esse é um momento de solidariedade. Ninguém pensaria isso no nosso país. É a primeira vez que aconteceu. Nós estamos em choque."

Pois é... A ministra parece se preocupar muito com solidariedade, não é mesmo? Ela e também a presidente Dilma, pois a ministra a representava, preocupam-se muito com a solidariedade às vítimas quando os holofotes da mídia e os olhos do país lhes estão voltados. Já quando se trata da morte de crianças não-nascidas, o truque é dizer que tudo se trata de um problema de Saúde Pública, o que é mentira. Aí, para esta gente, tudo está resolvido... Aí não há ministra e nem presidente em estado de choque. Para elas, não há nem vítimas, o que há é uma candidata que foi colocada em "situação difícil". Fácil mesmo deve ser para o nascituro que foi parar no lixo hospitalar como solução do tal problema de Saúde Pública, não?

O governo Dilma pode estar completando apenas 100 dias, mas parece que a hipocrisia nem precisa de muito tempo para atingir os alarmantes níveis anteriores.

Hipocrisia abortista

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Ana de Hollanda
Recentemente, quando perguntada se é a favor da legalização do aborto, Ana de Hollanda, Ministra da Cultura, respondeu com uma só palavra:
"Sou."
Sobre massacre de 12 crianças em Realengo, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, a ministra achou por bem dar uma declaração com mais conteúdo:
“A tragédia do Realengo nos mergulha num sentimento que desconhecíamos, uma dor absurda porque misturada a um espanto descomunal. Ao mesmo tempo, nos leva a uma adoção pela dor: todos e cada um de nós passamos a ter ali a sua filha, o seu filho, o seu sobrinho, além daquela típica e tão querida garota do vizinho que certo dia se infiltrou na nossa vida com a desculpa de gostar de tomar o lanche na nossa casa. Como mãe, tia e avó que sou, me somo a cada mãe e a cada família para, ao mesmo tempo em que choro junto, dar um abraço apertado para renovarmos a esperança na vida e, também juntos, passarmos a cuidar mais dela.

Ana de Hollanda

Ministra de Estado da Cultura"

Difícil imaginar um exemplo mais perfeito de hipocrisia abortista. Deparada com um questionamento sobre a liberação do aborto, a ministra não deixou dúvidas sobre seu posicionamento. Nem mesmo tentou, como outras ministras a quem foi feita a mesma pergunta, maquiar a resposta. É a favor e pronto.

Tempo de gestação, motivos do abortamento e outras variáveis criadas por abortistas para tornar mais palatável o horror que eles defendem, sequer passaram pelo discurso da ministra. Em resumo, por suas palavras podemos imaginar que ela é favorável a qualquer tipo de aborto.

Palmas para sua coerência! Sou dos que defendem que quem é favorável a um tipo de aborto é também, por coerência, favorável a qualquer outro tipo. Quem é favorável à distribuição de Pílulas do Dia Seguinte deve também, por coerência, ser favorável ao Aborto por Nascimento Parcial, uma coisa que é tão ou mais horrenda quanto um psicopata atirar na cabeça de uma criança. Incoerente é defender uma coisa e verter lágrimas pela outra.

Ou seja, quando a mídia está em polvorosa, procurando qualquer autoridade para dar declaração, Ana de Hollanda lembra que é "mãe, tia e avó" e chora junto às mães das vítimas. Certo... Já quando é perguntada por uma revistazinha idiota se ela é favorável à morte de não-nascidos, ela nem titubeia: "Sou".

Interessante, não? Os abortistas e sua ética seletiva é coisa realmente espantosa.

quinta-feira, abril 07, 2011

Amor sem limites - O testemunho de Edivaine Cristina

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Edivaine Cristina
Grávida, Edivaine Cristina -- "Edi" para os mais próximos --, soube do diagnóstico de câncer e seus médicos, querendo submetê-la a fortes sessões de quimioterapia para pôr fim à doença, a aconselharam a abortar a criança em seu ventre.

Edivaine rejeitou tal conselho e insistiu na gravidez, decidindo adiar as sessões de quimioterapia, mesmo ciente de que sua vida estaria em risco quanto mais adiasse o tratamento. Chamada de louca pelos médicos, Edivaine tirou forças de onde só uma mãe sabe tirar e levou a gravidez até o fim.

Os médicos, que pensavam que Edivaine já estava perdida sem as sessões de quimioterapia, concentraram seus esforços na criança em gestação. Edivaine tinha consciência de tudo isto. Durante o parto, os médicos, totalmente sem esperanças, esperavam a morte da amorosa mãe durante o procedimento, tendo até mesmo avisado ao esposo e ao irmão de Edivaine que nada mais poderia ser feito.

Mas Deus tinha outros planos... O menino Milan Gabriel nasceu no dia 21 de fevereiro de 2010 após uma gestação de 7 meses. Edivaine quase morreu durante o parto, como era esperado, mas milagrosamente voltou a respirar quando, a pedido do pai do bebê, puseram Milan Gabriel em seu colo.

Milan Gabriel
Após isto, Edivaine fez as sessões de quimioterapia e, Graças a Deus!, passou bem o primeiro ano de vida de seu amado filho, conseguindo até mesmo preparar a tradicional festinha, mas foi internada apenas alguns dias antes. Agora, a doença voltou mais forte e Edivaine segue lutando por sua vida, sempre com a força que lhe vem dos Céus.

E seu lindo filho vai crescendo... Um dia, ele, como todo filho, saberá com o intelecto o que já sabe com o coração: que nossas mães são Graças que o Senhor Deus nos dá. E ele saberá também que sua mãe Edivaine é uma Graça toda especial não somente para ele, mas para todos nós que podemos testemunhar sua batalha pela vida, principalmente pela vida de seu filhinho.

Sua prima Rosana, que foi quem me forneceu este testemunho, pede orações:
"Peço oração, principalmente a intecessão de Maria, Nossa Mãe, pois eu creio que Nossa Mãe e Santa Gianna estão intecedendo, porque pedi a Santa Gianna no dia do nascimento do Milan Gabriel e deu tudo certo até agora. Ela está viva, lutando e é um testemunho que não se pode ceder a diagnósticos médicos, mas sim fazer a vontade de Deus, que é o dono do sopro da vida, e a última palavra está com Ele."
Rezemos muito por Edivaine e por sua família. Que o Senhor Deus lhes dê forças e dê também a cura à corajosa Edivaine, que demonstrou com atos uma coisa que todos sabemos: amor de mãe não tem medida.

Que Nossa Senhora e Santa Gianna intercedam por esta mãe exemplar que é Edivaine.


segunda-feira, abril 04, 2011

Feministas: ontem e hoje

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Recentemente, o blogueiro Wagner Moura trouxe a notícia de que todas as ministras do Governo Dilma Rousseff são favoráveis ao aborto. Apesar de algumas terem preferido uma declaração mais pela tangente (Ideli Salvatti, política experiente, deu declaração em que se mostra em cima do muro -- nenhuma surpresa), a maioria deixou mais do que claro seu apoio à morte de seres humanos ainda no ventre de suas mães.

Posso estar errado, mas todas as ministras provavelmente se declaram feministas. Com o passar dos anos, uma declaração de que se é feminista foi ganhando ares de selo de qualidade, principalmente para mulheres que aspiram ao poder.

Indo direto ao ponto, a verdade é que o que se chama feminismo hoje em dia, feminismo ativista mesmo, é mera desculpa para um bando de gente exercer seu ódio de gênero. Basicamente, é isto e nada mais...

Apesar disto, já tive oportunidade de receber mensagens de mulheres que se classificam como feministas mas que não compactuam com a agenda da maioria das ativistas em nossos dias. Ou seja, para muitas mulheres, e até mesmo para algumas poucas ativistas, vai já ficando claro que a esmagadora maioria do que entendemos por feminismo atualmente não tem nada a falar à mulher comum, tendo se tornado mero megafone da ideologia esquerdista misturado, como sempre, com fortes doses de princípios anti-católicos, anti-família, pró-gayzismo, etc.

As lutas legítimas, como direito ao voto, a salários equiparados para mesma função, etc., que tinham sempre a marca da busca pela igualdade no que é saudável, há muito que fazem parte do passado. Ao establishment feminista, a única bandeira que resta às militantes hoje em dia é praticamente a busca pelo aborto total. Claro que isto vem envolto em eufemismos mil, mas, em última instância, o que procuram é dar às mães o direito de matar o ser humano que carregam no ventre.

O que poucos sabem, e aí vai incluído inúmeras militantes e gente que gosta de se dizer feminista, gente até bem intencionada, é que as primeiras feministas eram radicalmente contrárias ao aborto. A elas estava claro, como está para quem pensa um pouco que seja no assunto e não fica deixando seus ódios tomarem o lugar da razão, que o aborto é um forte elemento de dominação sobre as mulheres.

O establishment feminista atual quer vender seu abortismo com a enganação de que isto é um direito das mulheres. As primeiras feministas sabiam bem que o aborto torna-se mais uma oportunidade para o aprisionamento das mulheres às estruturas que a desvalorizam e oprimem.

Eis algumas declarações de feministas de verdade:

Susan B. Anthony (1869)
"Culpada? Sim. Independente do motivo, seja o apego à sua vida estável, ou uma vontade de evitar o sofrimento do inocente nascituro, a mulher que comete tal ato é terrivelmente culpada. Levará isto em sua consciência por toda vida, pesará em sua alma quando de sua morte. Mas triplamente culpado é quem a levou ao desespero, quem a impeliu ao crime!"

Emma Goldman (1911)
"O costume de recorrer ao aborto atingiu uma proporção além do imaginável nos EUA… É tão grande a miséria das classes trabalhadoras que 17 abortos são cometidos a cada 100 gravidezes."

Mattie Brinkerhoff (1869)
"Quando um homem rouba para satisfazer sua fome, facilmente concluímos que há algo errado na sociedade -- da mesma forma, quando uma mulher destrói a vida de uma criança não-nascida, é uma evidência que, seja por sua educação ou pelas circunstâncias, ela foi levada a tal erro."

Sarah Norton (1870)
"Assassinos de crianças praticam sua profissão sem impedimentos, e açougues infantis permanecem abertos sem qualquer problema… Não há solução para todos estes assassinatos de crianças não-nascidas? Talvez ainda chegue um tempo quando uma mulher solteira não será desprezada por ser mãe (…) e quando o direito de nascer do não-nascido não será negado ou impedido."

Matilda Gage (1868)
"Este assunto é dos mais profundos nas injustiças feitas às mulheres do que qualquer outro… Não hesito em afirmar que a responsabilidade por este crime na maior parte é do sexo masculino."

Alice Paul
"O aborto é a máxima exploração das mulheres."

Infelizmente, as vozes de tais feministas hoje em dia permanecem caladas em meio à gritaria de uma gente que só quer exercer seu ódio infantil à custa de verbas públicas.

Esperemos que as novas gerações de feministas voltem às suas origens e, principalmente, busquem valorizar o maior dom que lhes foi dado, a possibilidade de ser mãe. Isto pode não valer uma capa na revista Marie Claire, mas é bem melhor que ficar defendendo a morte de crianças inocentes.

Assinem, paulistas! São Paulo pela Vida!

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Recebi a mensagem abaixo e repasso. É dirigida aos eleitores do estado de São Paulo.
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Prezados Participantes do Brasil pela Vida

Começamos este ano convocando todos os participantes do Estado de São Paulo para uma campanha de abaixo assinado para entrar na Assembléia Legislativa do Estado com uma Emenda Constitucional de iniciativa popular.

O que vem a ser isto?

Pela constituição do nosso Estado, se nós conseguirmos 1% do eleitorado paulista, ou seja, 300 mil assinaturas, podemos entrar com uma emenda de iniciativa popular, assim como foi o "ficha limpa" em termos de Brasil.

O que é que vamos pedir?

Que seja acrescentado em nossa constituição estadual que a vida começa na fecundação. Isto é muito importante pois, se a vida começa no momento da fecundação, todo bebê passa a ter o direito à vida desde o momento em que ele é fecundado.

Vamos, pois, entrar no link abaixo e participar do abaixo assinado (clique aqui) que é promovido por diversas associações e movimentos pró vida (clique aqui).

O bebezinho no ventre materno não pode se defender; ele depende de Você. Se você cruzar os braços, estará permitindo que milhares de crianças sejam abortadas no Brasil.

Vamos à luta!
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ELEITORES PAULISTAS, VAMOS ASSINAR E DIVULGAR ESTA INICIATIVA.


domingo, abril 03, 2011

Os assustadores números do aborto em Portugal

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"DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SÃO ASSUSTADORES"

É com esta frase que a blogueira portuguesa Taiana Froes inicia uma ótima postagem em seu blog, onde ela nos mostra algumas estatísticas que mostram o quanto Portugal vai já, apenas 4 anos após a liberação do aborto naquele país, mergulhando fundo na Cultura da Morte.

Eis apenas alguns números:
  • Desde a liberação do aborto, mais de 65.000 já foram mortos antes de seu nascimento
  • 21% dos abortos realizados em 2009 foram feitos por mulheres que já haviam abortado por opção
  • Em 2009 houve redução do número de abortos nas camadas menos instruídas e um aumento nas camadas com mais instrução.

São apenas 3 exemplos, mas que permitem bem ver a lama em que Portugal começa a chafurdar.

A média de mais de 15.000 abortos anuais já coloca esta cruel prática como a 3a. causa de morte naquele país.

O segundo exemplo é indicador, bem ao contrário do que os abortistas clamam por aí, que a liberação do aborto causa exatamente que esta prática seja usada como método de controle da natalidade. A recorrência ao aborto por quem já o praticou, mais de 1 a cada 5 casos, demonstra que há pessoas que já o encaram não como "última saída" como querem as feministas/abortistas e assemelhados, mas como método corriqueiro.

O último dado indica que mais uma enganação dos pró-aborto cai por terra, como sempre acontece. É um método já batido dos defensores da liberação do aborto dizer que assim o fazem por uma extrema preocupação com as mulheres mais humildes. Aqui no Brasil, o PT de Lula, Dilma e outros criou até o termo de que tudo se reduz a um "problema de Saúde Pública", coisa inexistente, como demonstram os próprios dados oficiais do Governo.

Mas o aumento da prática do aborto entre a camada de mulheres mais instruídas demonstra exatamente que são as mulheres que mais utilizam contracepção artificial e que mais têm acesso à educação que vão já migrando para o aborto como um método de regulação da natalidade como qualquer outro. Ou seja, aquele discurso abortista de que o aborto é usado como último recurso é a enganação de sempre.

Rezemos muito por Portugal!

Leia mais no blog "Temas polémicos da Igreja Católica".

Líder Pró-Vida ameaçada!

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Maria das Dores Hipólito, conhecida líder Pró-Vida do RJ, encaminhou esta mensagem para vários de seus contatos:
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Caríssimos Amigos(as)

Paz e Bem !

Comunico que estou sendo ameaçada.

O Agressor da gestante amparada na Casa de Amparo Pró-Vida São Frei Galvão veio a minha residência e disse-me palavras com sentido de ameaça tipo: A senhora quer assim então vai ver...(veja anexo). O mesmo é ex-presidiário.

A Ocorrência foi feita no dia 26 de fevereiro e ele tem transitado nas proximidades da Casa de Amparo e também da minha casa.

Até o momento nenhuma medida foi tomada por parte da segurança pública e de quem de direito.

O caso é do conhecimento da secretaria dos direitos humanos de Nilópolis. A secretaria disse-me: Tome cuidado, e num telefonema deixou recado para que eu não saísse de casa depois das 22h.

O fato é do conhecimento do Conselho Tutelar.

No dia 31 de março uma ex- assistida da casa de amparo veio comunicar para que eu tomasse cuidado porque o Marquinho queria me matar. A voluntária Cris que recebeu a informação ficou com medo de me contar para que eu não tivesse aumento de pressão ou passasse mal.

A Cantora Cristina Ramos que é voluntária nos dias de sexta feira ao tomar conhecimento me contou este fato.

Amanhã dia 03 de abril, voltarei a delegacia e com o mesmo escrivão irei fazer o registro.

O que me compete, tenho feito. Agora só resta esperar a Justiça dos homens. Eu, tenho certeza de que estou sob a Proteção Divina.

Não deixei de exercer todas as minhas atividades e não deixarei. Não posso me tornar prisioneira de ameaças.

Eu ainda acredito na Justiça neste País e nos homens e mulheres de bem que dignificam a Justiça no Estado do Rio de Janeiro. Peço orações.

Para o conhecimento de todos (as) segue em anexo os registros.

Finalmente, se por ventura eu for assassinada, ficará a história narrada nos arquivos da 57ªDP de Nilópolis.

Paz e Bem !

Doris Hipólito – Pedagoga, Orientadora Educacional, Juiza de Paz Eclesial, Fundadora do Movimento Pró-Vida em Nova Iguaçu e Fundadora da Associação Mulheres Pela Vida – RJ.
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É um verdadeiro absurdo que Doris Hipólito veja dia após dia seu algoz se aproximar ameaçadoramente sem que os órgãos de Segurança Pública tomem qualquer atitude concreta para que sua integridade física seja preservada.

O mínimo que se pode esperar é que as autoridades busquem a pessoa que a está ameaçando e façam junto a ele as averiguações necessárias. Não é possível que uma mulher seja ameaçada, tenha já comunicado tal fato às autoridades e seja obrigada a levar sua vida e suas atividades sob a sombra do medo que lhe é imposto sem que nenhum tipo de proteção lhe seja dada.

Beira o nonsense, mas não surpreende ninguém, infelizmente, que a única coisa feita até o momento sejam inúteis recomendações para tomar cuidado ou para não sair de casa tarde da noite. Será que os órgãos de Segurança Pública só vão levar a sério as ameaças quando nada mais houver a ser feito?

A Secretaria de Segurança do RJ deve atuar o quanto antes de alguma forma concreta para que Doris possa continuar exercendo suas atividades sem qualquer tipo de impedimento ou apreensão.

Solicito a todos que divulguem este absurdo entre seus contatos e façam o possível -- através de telefonemas e envio de e-mails à Secretaria de Segurança do RJ -- para pressionar as autoridades para que atuem pronta e firmemente para que Doris tenha sua vida preservada. Eis os dados para contato:
E-mail da Secretaria de Segurança do RJ: sesegrj@gmail.com
Telefones: (21) 2334-9441 | 2334-9445
Mais dados na página da SESEG.

Roguemos muito ao Senhor Deus para que Ele continue dando Sua proteção a esta sua filha que tanto faz pelos mais humildes dentre os humildes, os não-nascidos. E peçamos também à Nossa Senhora para que continuamente interceda por nossa amiga Doris.