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quinta-feira, junho 30, 2011

Um vídeo pró-vida de Shakira

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O vídeo abaixo é da famosa cantora colombiana Shakira. "Se quiere, se mata" faz uma abordagem correta do drama do aborto entre os jovens. Está tudo lá, o despreparo da maioria dos jovens para lidar com os relacionamentos, as precipitações, as surpresas, o drama do aborto, o "médico" aproveitador, e, por fim, a morte.

E a última frase do refrão diz bem sobre como o fruto da concepção é encarado por boa parte da sociedade: o que não se quer, é eliminado.



Se Quiere, Se Mata
Shakira

Braulio tiene ojos grandes y cabellos oscuros,
nunca come en exceso y jamás duerme desnudo
siempre viste de gris, pues no tiene remedio
la tendencia a buscarse siempre el punto intermedio.

Dana es niña de bien (eso dicen sus padres)
nunca llega a su casa a mas de diez ni muy tarde,
Braulio y Dana se quieren como cualquier pareja
pero un día fueron presa de la naturaleza
y de sus propios instintos,
no escaparon con suerte.
Con el fuego por dentro
y las hormonas presentes
por la ley del magneto
se acercaron los cuerpos.

Pero si a la hora del té
nada pasa,
sólo te irás lejos de casa
por haber traído un habitante más
a ingresar a esta podrida ciudad
donde lo que no se quiere se mata.

Ese día llegaste un poco mas de las diez
pero el susto se dio unas semanas después
cuando te confirmaron tus terribles sospechas
un niño nacería y ya sabías la fecha

y antes de que el vecino y la familia supieran
fuiste donde el doctor a acabar con el problema
hoy tu vecino esta en casa dándose un buen duchazo
y tu dos metros bajo tierra viendo crecer gusanos.

Pero si a la hora del té
nada pasa,
sólo te irás lejos de casa
por haber traído un habitante más
a ingresar a esta podrida ciudad
donde lo que no se quiere se mata.

Agradeço ao Antonio Anderson, leitor da página "Contra o Aborto" no Facebook pela dica! 

Incisivos sermões de bispos contra o aborto! Na Argentina...

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Na semana que passou, em que comemoramos a importantíssima Solenidade de Corpus Christi, dois bispos argentinos pronunciaram incisivos sermões contrários ao aborto.

O bispo de Mar del Plata, D. Antonio Marino, assim disse em seu sermão durante a celebração da importante data:
"junto com o legítimo clamor pelos direitos humanos, não nos esqueçamos jamais de levantar nossa voz em defesa do primeiro e mais fundamental destes direitos: o direito à vida desde sua concepção até seu fim natural, que hoje é ameaçado por projetos de leis que em nossa pátria fomentam a Cultura da Morte."

E, mais adiante:
"Quero que em nossa diocese seja implementada uma ação decidida de atenção e socorro eficaz a toda mulher que por qualquer circunstância encontre-se com uma gravidez indesejada. A Igreja não apenas denuncia o que vai mal, mas também compromete-se com a promoção do bem de acordo com suas possibilidades"

E o bispo de San Francisco, D. Carlos José Tissera, seguiu também a mesma linha durante a celebração de Corpus Christi:
"De muitas formas é desvalorizada, ameaçada e até destruída a vida humana. Desvalorizada em tantos idosos maltratados e esquecidos pelo Estado, pela sociedade e por suas famílias. (...) Vida ameaçada de morte em campanhas e ações pró-aborto, que propiciam a negação do primeiro direito humano: o direito à vida. Um mundo, uma sociedade que se ufana por seu progressismo, mas que cai soberbamente no pior dos retrocessos: matar o semelhante, e, pior ainda, ao inocente e indefeso que vai no ventre de sua mãe."

E tais sermões foram proferidos em uma data em que a afluência de fiéis é grande. Ou seja, os bispos querem realmente levar esta forte e incisiva mensagem à massa de fiéis de suas dioceses.

Quando pensamos no espicopado brasileiro, tirando evidentemente aqueles que corajosamente enfrentam de peito aberto a Cultura da Morte, vemos que nossos hermanos estão um bocado mais à frente.

Deus do Céu!, aqui chegou-se ao cúmulo, durante a Campanha da Fraternidade de 2008, cujo tema era exatamente a defesa da vida, de termos bispo que achou por bem falar sobre recursos hídricos, porque, afinal, água é vida!

Infelizmente, é fato que a imensa maioria dos prelados no Brasil ainda não acordou para a urgência da questão da defesa da vida. As últimas eleições, em que alguns poucos e valorosos bispos enfrentaram praticamente sozinhos a avalanche furibunda da mídia, dos partidos de esquerda e assemelhados, enquanto seus irmãos no episcopado não davam sequer um pio -- fora os que os criticavam abertamente... --, demonstraram bem os problemas pelos quais passamos no Brasil.

Chegou-se ao cúmulo de um bispo dizer que Dilma Rousseff, cujo apoio ao aborto foi gravado em vídeo, tinha compromisso com a vida.

E aí, quando olhamos para o episcopado de nossa vizinha Argentina, que contraste! Ao menos por lá os bispos parecem já estarem bem alertas para a batalha. E aqui? A grande maioria dorme, sem contar os que dão apoio a políticos que têm como bandeira a liberação do aborto, em franca oposição ao ensino perene da Igreja e à palavra do Santo Padre.

Por falar no Santo Padre, D. Antonio Marino em seu sermão citou a Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis, trazendo a seu rebanho um trecho importantíssimo daquele documento que mostra claramente os parâmetros da atuação política de quem realmente leva seu catolicismo a sério e não apenas o utiliza como instrumento para angariar votos. Ei-lo:
"83. (...) Com efeito, o culto agradável a Deus nunca é um acto meramente privado, sem consequências nas nossas relações sociais: requer o testemunho público da própria fé. Evidentemente isto vale para todos os baptizados, mas impõe-se com particular premência a quantos, pela posição social ou política que ocupam, devem tomar decisões sobre valores fundamentais como o respeito e defesa da vida humana desde a concepção até à morte natural, a família fundada sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher, a liberdade de educação dos filhos e a promoção do bem comum em todas as suas formas. Estes são valores não negociáveis. Por isso, cientes da sua grave responsabilidade social, os políticos e os legisladores católicos devem sentir-se particularmente interpelados pela sua consciência rectamente formada a apresentar e apoiar leis inspiradas nos valores impressos na natureza humana. Tudo isto tem, aliás, uma ligação objectiva com a Eucaristia (1 Cor 11, 27-29)."

O bispo argentino, ao levar esta importante mensagem aos fiéis de sua diocese, mostrou-se atento à vontade do Santo Padre, que no final do trecho acima, fechando o parágrafo, escreveu:
"Os bispos são obrigados a recordar sem cessar tais valores; faz parte da sua responsabilidade pelo rebanho que lhes foi confiado."

Esperemos que os bispos do Brasil o quanto antes acordem e tomem para si o importante encargo, como é da vontade do Papa, de recordar aos fiéis os reais valores cristãos. O tempo é agora.



quarta-feira, junho 29, 2011

Precisa de um genocídio? Chame um abortista!

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Há muitos que ainda insistem em se enganar com a baixíssima podridão que existe na indústria do aborto.

Um dos lados mais obscuros e repugnantes deste negócio que lida com a morte de seres humanos é o racismo. Sim, racismo. É fato que a indústria do aborto tem entre seus decanos gente que nutria fortes simpatias pelo Eugenismo, como Margaret Sanger, feminista de alto calibre e fundadora da maior rede de clínicas abortistas dos EUA.

Recentemente causou indignação entre os abortistas de Nova York um cartaz que somente dizia uma verdade: que os negros norte-americanos são os principais alvos dos abortistas.

Aos que duvidam, o Dr. Gerard Nadal trouxe em um post no blog da militante pró-vida Jill Stanek dados estarrecedores, que mostram uma realidade que jamais é divulgada na imprensa. Seguem abaixo alguns trechos.

Entre 1999 e 2008 foram feitos 922,272 abortos na Cidade de Nova New York. Destes:

50.382 (5,5%) foram em asiáticas
101.856 (11%) foram em brancas
296.330 (32,1%) foram em latinas
430.515 (46,7%) foram em negras


***

As brancas fazem 512 abortos para cada 1000 nascimentos
As latinas fazem 686,9 abortos para cada 1000 nascimentos
As negras fazem 1259,7 abortos para cada 1000 nascimentos

***

***

Ou seja, o que Hitler não conseguiu com os judeus, o que os turcos não conseguiram com armênios, o que Stálin não conseguiu com os ucranianos, os abortistas estão conseguindo bem aos poucos com os negros norte-americanos. E tudo sob o olhar complacente e cúmplice dos esquerdistas do mundo inteiro.

Um médico, um juiz e muitas besteiras (muitas mesmo!)

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Como não podia deixar de acontecer, conforme vai se aproximando o julgamento por parte do STF sobre a legalidade do aborto de bebês anencéfalos, os usuais suspeitos começam a aparecer.

O Leviatã abortista cujos tentáculos estão na mídia, na política, na academia brasileira, já começa a limpar suas armas para desferir os últimos golpes. Nem seria necessário tanto esforço, já que, conforme dito pelo Ministro Marco Aurélio de Mello, ele espera que o placar seja acachapante.

Sim, é isto mesmo... Um ministro da mais alta Corte de nosso país vai à imprensa declarar voto sobre um julgamento futuro, coisa que lhe é proibida por Lei, e ninguém faz nada. Cadê o Procurador-Geral da República? Onde estão nossos parlamentares? Cadê as ONGs?

Quando um dos juízes mais antigos do STF declara voto impunemente sem que haja um único órgão da imprensa a questioná-lo podemos ter a certeza que está praticamente tudo dominado.

Mas desta vez o juiz do título é outro... Trata-se do Dr. José Henrique Torres, que juntamente com o médico Thomaz Rafael Gollop escreveu uma peça interessantíssima e que vem já sendo divulgada na rede abortista nacional.

O texto do médico e do juiz mais parece ter saído da pena de Dr. Jekyll e Mr. Hyde se finalmente a criatura e seu criador conseguissem desvencilhar um do outro. Juntando uma falsa argumentação jurídica a um terror médico de 5a. categoria, os militantes pró-aborto de anencéfalos foram capazes de escrever coisas como:
"Ademais, de acordo com essa sua situação específica da anencefalia, não seria possível nem mesmo falar em aborto no sentido jurídico-penal. E o diagnóstico ultrassonográfico de anencefalia, que é 100% seguro, pode ser realizado com 12 semanas de gravidez." 
Graças ao Senhor Deus nem Dr. Gollop e nem Dr. Torres tiveram nada a ver com a vida da menina Marcela de Jesus... O 100% seguro do Dr. Gollop cai por terra até mesmo pelas palavras de uma militante pelo "direito" do aborto.

"Do ponto de vista científico, não há relação entre a vida e a anencefalia. O caso Marcela de Jesus foi um erro de diagnóstico."
Ou seja, seria ótimo se os militantes combinassem as histórias antes. Quando necessário, o diagnóstico de anencefalia é 100% seguro; mas se o bebê já tiver nascido e estiver vivendo, como foi o caso de Marcela de Jesus, aí este negócio de "100% seguro" cai por terra e o que houve foi um "erro".

A arrogância deste pessoal é assombrosa.

Em tempo: Débora Diniz é a mesma que há algum tempo declarou que um feto anencéfalo é "representação do subumano por excelência". Foi ela também que processou e ganhou um processo contra o Pe. Lodi, acusando-o de tê-la chamada de "abortista".

Gente boa, a antropóloga!

Mas o médico e o juiz mostram em seguida a solidez de sua argumentação jurídica: 
"(...)há uma norma constitucional que impede que as cidadãs e os cidadãos brasileiros sejam submetidos a tortura ou a qualquer tratamento cruel. Assim, o Estado não pode obrigar uma mulher a manter uma gestação de anencéfalo até o termo final, pois isso implicaria submetê-la a tortura e a tratamento cruel."
Os doutores Torres e Gollop poderiam sair mais de seus gabinetes e dos auditórios onde dão palestras para a militância abortista e poderiam saber que há gente que jamais chamou de "tortura" ou "tratamento cruel" a gravidez e o parto de um filho portador de anencefalia. Poderiam ler depoimentos como o abaixo:
"O conforto veio de lindas cartas escritas por pais de bebês que possuíam anencefalia. Lendo-as, acabamos nos sentindo escolhidos e privilegiados. Aliás, era um confronto enorme, a tristeza que ficou da gestação de anencefalia da minha amiga, e o amor extremo expresso por estas famílias que viveram com seus filhos o tempo que Deus quis." (original aqui)
Mas os dois se superaram ao escrever o trechinho abaixo:
"(...) o anencéfalo é um natimorto cerebral, que até pode ter uma sobrevida vegetativa por, no máximo, alguns dias ou semanas, mas a sua morte é inexorável."
Talvez este trecho tenha sido escrito apenas pelo Dr. Gollop, pois me recuso a admitir que um juiz como Dr. Torres tenha deixado escapar tamanha gafe. Ou isto ou ambos deveriam explicar para qual de nós a morte não é inexorável.

Inexorável, aliás, é ver os inúmeros erros de um texto feito sob medida para a patota abortista poder alimentar seus blogs e sites, mesmo que ele seja patético do início ao fim.

Dr. Torres está debutando aqui no blog. Dr. Gollop, infelizmente, já tive o desprazer de citá-lo. Ele é o mesmo que foi capaz de, em seu blog, dizer que o aborto era a 4a. causa de mortalidade materna no Brasil, e, na postagem seguinte, apenas 3 dias depois, escrever que era a 3a. [Nota: Aparentemente, o blog do Dr. Gollop foi desativado. Esperemos que ele em breve o reative e mantenha suas pérolas e fantasias sobre o número de abortos no Brasil.]

São textos como o do médico Gollop e do juiz Torres que deixa-nos bem ver o nível da militância pró-aborto. É uma gente que não está nem aí para qualquer tipo de racionalidade, querem é simplesmente impor um ponto de vista e nada mais.

Que coisa, não? A cara-de-pau deste pessoal só não é maior que sua covardia, pois a vítima de sua peculiaríssima noção de justiça, no caso de um bebê anencéfalo, é um ser humano totalmente inocente e extremamente doente. 

No Brasil, neste país atípico em que vamos nos tornando, Golias não apenas mata David, mas o faz com requintes de crueldade, com uma balança da justiça na mão e vestindo um jaleco bem branquinho.


Abortistas, que tal encarar a verdade?

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Segundo notícia do LifeSiteNews, a partir de 8 de julho próximo, a Pro-Life Action League, entidade Pró-Vida norte-americana, estará promovendo sua campanha de verão entitulada "Face the Truth" ("Encare a Verdade"), que busca aumentar a conscientização sobre a realidade do aborto.

Abaixo segue o vídeo de divulgação da campanha.



Quem é favorável ao aborto, a fria e cruel eliminação de um ser humano como qualquer um de nós, o mínimo que deve fazer é ser capaz de encarar bem o produto de suas escolhas. 

Os cartazes que são exibidos pelos pró-vida são imagens fortes, sem a menor dúvida, mas são também a verdade pura do que é um aborto, mesmo que este seja cometido na privacidade de um domicílio. Muda o método, mas permanece a feiúra do pecado.

Apoiar o despedaçamento um ser humano indefeso, e chamar isto de "direito" não é apenas moralmente errado: é abominável.

segunda-feira, junho 27, 2011

Equipe Hoyt: unidos pelo Amor

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Fiquei sabendo da emocionante história de Dick Hoyt e seu filho, Rick, através de um vídeo divulgado no excelente blog "Aborto em Portugal". O título simples que os blogueiros portugueses deram à postagem -- "O que o aborto nos priva" -- diz muito sobre o que é a tragédia do aborto.

Esta prática hedionda, fruto de um mundo que faz do hedonismo seu único objetivo, apequena o homem, torna-o mero objeto, vai em direção totalmente contrária à vontade do Senhor Deus para com suas amadas criaturas.
Após ver o vídeo no blog português, busquei um pouco mais sobre a história e motivações de Dick e Rick Hoyt.

Quando de seu nascimento, o bebê Rick teve seu cordão umbilical enroscado em seu pescoço, o que lhe causou paralisia cerebral, condição que pode ter várias conseqüências motoras e neurológicas. À época vários médicos aconselharam o casal Hoyt a internarem seu filho em instituições especializadas, pois, afinal, ele jamais deixaria de ser um "vegetal". E para afastar tal idéia, os pais de Rick apoiaram-se no fato de que ele os seguia com os olhos quando se movimentavam pela casa. Quem sabe se um dia ele não poderia se comunicar?

Graças a Deus existem médicos e médicos... O Dick e Judy Hoyt acharam um que lhes aconselhou a tratar seu filho como qualquer outra criança, fazendo as necessárias adaptações. Judy gastava várias horas por dia tentando ensinar o alfabeto a seu filho.

Aos 11 anos de idade, Dick e Judy compraram um computador para seu filho tentar se comunicar. Na primeira interação através do computador, Rick não escreveu "Olá, papai!" e nem "Oi, mamãe!". Não... O que se viu na tela foi um "Go Bruins!!!" ("Avante, Bruins!!!"), uma saudação ao time de hóquei no gelo da cidade de Boston, que naquele ano disputava a competição mais importante do mundo nesta modalidade de esporte. Seus pais ficaram sabendo que ele gostava e acompanhava o esporte como toda a família.

Dick e Rick em sua primeira Maratona de Boston
Rick, a partir daí, pôde entrar para a escola e seguir na vida acadêmica, como qualquer outro garoto. A inteligência de Rick levou-o a conseguir graduar-se na Universidade. Nada mal para quem, assim diziam os médicos, jamais passaria de um vegeral, não é mesmo?

A grande virada na vida de Dick e Rick veio quando seu pai o levou para correr, a seu pedido, em uma competição beneficente, empurrando-o em uma cadeira de rodas especial. À noite, após a corrida, Rick disse ao pai que quando estava competindo sentia como se não tivesse deficiência alguma. Isto bastou para o amoroso pai. A partir daí ficou formado o que é hoje conhecido como Equipe Hoyt. Pai e filho já competiram em mais de 1000 maratonas, biatlons e triatlons. 

Um feito impressionante, não? Mas o que tem isto a ver com aborto? Tem a ver que muitas vezes uma falsa argumentação é feita com base nas dificuldades que um casal ou uma mãe solteira teria de passar caso escolhesse a vida e não o abortamento.

Casos como o da família Hoyt nos levam a pensar que não devemos levar em conta a opinião de médicos que não honram seus diplomas e juramentos. E, infelizmente, tais casos são abundantes.

Não poucas vezes já me deparei com gente, e até mesmo gente que se diz contrária ao aborto em geral, que não vê com maus olhos o aborto de crianças portadoras de graves deficiências. 
O advento de modernos instrumentos de auxílio ao diagnóstico intrauterino vem ajudando um verdadeiro massacre de não-nascidos, muitas vezes sobre a justificativa de que uma vida sem qualidade é melhor não ser vivida. A subjetividade de tal termo -- qualidade de vida -- demonstra bem o absurdo de tal argumentação.

Estudos mostram que a taxa de abortamento quando há diagnóstico de graves condições nos bebês não nascidos são assustadoramente altas:
Síndrome de Down: 90%
Anencefalia: 80%
Espinha Bífida: 70%
Síndrome de Turner: 58%
E em certos países a Cultura da Morte vai já tão avançada que o dilema do abortamento para doenças graves como as acima são já praticamente coisa do passado. Há casos de bebês sendo abortados apenas por possuírem pés tortos ou lábios leporinos.

Se ao menos estes pais soubessem "O que o aborto nos priva"! Se ao menos soubessem que o aborto nega a vida porque antes nega o próprio Amor, talvez pudéssemos ver mais e mais Equipes Hoyt ornamentando nosso mundo e nos ensinando aquilo que tantos vêm esquecendo.