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quarta-feira, outubro 19, 2011

Amor de mãe: a história de Stacie Crimm

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Quando Stacie Crimm recebeu a notícia de que estava grávida, ela não acreditou. Tudo era surpresa para ela. Médicos lhe haviam dito que ela não poderia engravidar e, aos 41 anos, uma gravidez realmente parecia improvável. Mas cinco teste de gravidez positivos mostraram que os médicos estavam errados.

Stacie Crimm
Durante a gravidez, Stacie notou que algo estava errado. Fortíssimas dores-de-cabeça e visão dupla indicavam algo grave. Ela foi encorajada por seus familiares a procurar médicos que pudessem diagnosticar o que havia de errado com ela.

Infelizmente, o diagnóstico foi devastador: câncer na cabeça e no pescoço. Stacie agora tinha que decidir entre a quimioterapia e a vida de seu bebê. O irmão de Stacie, Ray Phillips, conta que a decisão não foi fácil e que ela demorou uma semana neste dilema. Ao final, a admirável mãe escolheu adiar o tratamento, esperando que em breve pudesse segurar em seus braços sua filhinha.

O câncer de Stacie era de um tipo altamente agressivo e um dia ela caiu em sua casa e foi levada às pressas para um hospital da Cidade de Oklahoma. Ela jamais retornaria à sua casa. Seu estado piorou e, após uma parada cardíaca, a equipe médica decidiu fazer uma cesariana e a pequena Dottie Mae Crimm nasceu prematuramente, em 18 de agosto passado.

Enquanto Dottie Mae foi encaminhada a uma unidade de tratamento intensivo neonatal, sua mãe foi para uma UTI em um prédio diferente. A luta de Stacie por sua vida durava já vários dias sem que ela pudesse sequer ver a filhinha pela qual fez tamanho sacrifício. Ciente disto, uma enfermeira de nome Agi Beo, não pôde suportar a idéia de que a corajosa mãe deixasse esta vida sem poder segurar sua filhinha.

Dottie Mae Crimm
A determinada enfermeira então tratou de arrumar uma maneira para que Stacie e Dottie Mae pudessem passar alguns momentos novamente juntas. A família, a equipe médica e a equipe de transporte neonatal foram envolvidos, pois a operação de levar a bebezinha para junto de sua mãe não era de fácil execução, pois tudo deveria ser feito sem qualquer risco para a pequenina.

Em um dos poucos momentos de lucidez de Stacie -- o agressivo câncer ia já em seu estágio final --, seu irmão lhe perguntou o que ela acharia sobre a possibilidade de poder ver sua filha. Os olhos de Stacie abriram ao máximo e ela esticou os braços como que perguntando onde estava sua bebê (em virtude do câncer, ela já nem mais podia falar direito).

Minutos depois, a equipe médica trouxe Dottie Mae e a colocou no peito de sua mãe. Stacie sorriu para sua filha, que finalmente estava em seu braços. Ninguém disse uma palavra; todos tinham os olhos marejados.

Stacie faleceu três dias depois. Dottie Mae já deixou a unidade de tratamento neonatal e está vivendo com seu tio Ray Phillips, como era a vontade de sua mãe.

Dottie Mae e seu tio Ray Phillips e sua esposa




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Stacie Crimm junta-se à galeria de outras mães heroínas, como a brasileira Edivaine Cristina e a inglesa Lorraine Allard, que foram capazes de colocar o bem-estar de seus filhos não-nascidos em primeiro lugar.

Em um tempo em que pais são capazes de abandonar filhos recém-nascidos portadores de doenças graves, um testemunho como o destas mães é mais eloqüente ainda. 

Stacie, Edivaine e Lorraine, como tantas outras, souberam dar ao Senhor Deus o que pertence a Ele, e mostraram a todos nós o que é o verdadeiro amor de mãe.

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terça-feira, outubro 18, 2011

Como a China trata suas crianças

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Aqui no blog de vez em quando aparece alguma postagem sobre a China. Não é para menos, pois um país que impõe abortos forçados a seus habitantes dá mesmo muito assunto a quem luta contra o aborto.

Mas desta vez, a China se superou... 

O vídeo que vai abaixo é das imagens mais horrorosas com as quais já me deparei, e olhe que eu já me forcei a ver coisas de embrulhar o estômago. As imagens abaixo são fortes, embora a baixa qualidade da imagem amenize o impacto visual.

Em resumo, o vídeo mostra uma criança de 2 anos que foi atropelada por uma van e que ficou estirada em uma estreita rua de um mercado. Uma outra van passou por cima do corpo da menina. Dezoito pessoas passaram pela menina estirada na rua e ensangüentada, muito provavelmente gemendo devido às dores atrozes. Passaram e nada fizeram... Até que uma mulher viu, horrorizada, a menina e a retirou do caminho dos carros e procurou ajuda. Em seguida, sua mãe chega desesperada e toma a filha nos braços e corre procurando socorro.



Deus do Céu! Dezoito pessoas foram capazes de olhar para uma criança agonizando e simplesmente desviar o caminho e continuar com seus afazeres.

Sei que pulhas existem em todos os lugares, seja no Brasil ou na China, mas é de surpreender o número de pessoas que passam por um semelhante, por uma frágil criança necessitando de ajuda, e o ignoram completamente. Talvez isto seja o que resulta de décadas de comunismo, ou, mais ainda, da junção de comunismo com o capitalismo mais do que selvagem como o que vem sendo implantado na China.

Aqui mesmo no blog já foi divulgado que o infanticídio puro e simples é praticado em certas regiões da China quando o bebê não é do sexo masculino -- ver "'Bebês meninas não contam': uma história de mulheres".

Em outro caso igualmente horrível, corpos de bebês foram retirados do fundo do leito de um rio na província de Shandong -- ver "'Pescadores de homens' em versão comunista".

E estes são apenas alguns poucos casos que chegam até nós...

A pequena Yue Yue está em estado grave em um hospital. A menina é realmente uma sobrevivente. Não bastasse ela ter vindo à luz em um país no qual o índice de nascimentos de meninas vai decrescendo cada vez mais, ela sobreviveu a dezoito transeuntes que a ignoraram enquanto ela lutava por sua vida.

Que o Senhor Deus a ajude.

segunda-feira, outubro 17, 2011

Os profanadores de hoje

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Nos recentes protestos acontecidos em Roma, houve a profanação de uma igreja. Um dos resultados é este que pode ser visto ao lado.

O bando de vagabundos, muitos dos quais vivem às custas de benefícios que lhes são dados com recursos de trabalhadores honestos, enquanto outros são simples jovens que só querem é alguma agitação a mais, como um drogado busca desesperadamente uma outra dose, mostraram uma mais uma face negra de sua idelogia ultrapassada. E esta face não é nada nova. Muito pelo contrário, é bem velha.

Velha, caquética, intolerante, asquerosa, tirânica, totalitária. Não é a primeira e, provavelmente, nem a última vez que uma turba se volta contra a Imaculada Esposa de Cristo, Sua amada Santa Igreja, para despejar suas frustrações, por mais infantis que estas sejam.

A imagem de Nossa Senhora em pedaços no chão, traz à nossa memória outros episódios a quem estes vândalos do século XXI se juntam orgulhosamente em sua ideologia.

Abaixo está um "pelotão de fuzilamento" esquerdista, em sua eterna guerra ao cristianismo, durante a Guerra Civil Espanhola, conflito que nos deu centenas de mártires.



Também durante a Guerra Civil Espanhola, a foto abaixo mostra a profanação do altar de uma igreja na cidade de Toledo. Túmulos foram abertos e os restos mortais de religiosos e até de crianças foram expostos no altar. Imagens sacras foram igualmente alvo da turba.



Abaixo segue um vídeo de muçulmanos bósnios profanando uma igreja ortodoxa. Aos 1:37, podemos ver o mesmo gesto feito pelos esquerdistas espanhóis: um muçulmano mira e atira em uma imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo.



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Tudo isto revolta, mas, mais do que tudo, é doloroso. Dói muito saber que já tantos séculos passaram e há ainda tanta gente que segue este caminho por vários motivos: ideologia, niilismo, moda... Quem diria que os esquerdistas anti-católicos dos idos de 1930, os milicianos muçulmanos bósnios e os jovens baderneiros de hoje em dia, convocados pelo Facebook para protestos "espontâneos" teriam tanto em comum, não é mesmo?

A nós resta fazer desagravos à Nossa Senhora e a Nosso Senhor Jesus Cristo, suplicando perdão por nossos inúmeros pecados e pedindo que amoleça o coração duro de tantos que insistem em viver como se o Senhor Deus não existisse.

sábado, outubro 15, 2011

"40 minutos na Terra, para sempre em nossos corações"

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"O que faz uma mulher durante toda a gestação de um bebê que vai morrer logo após o nascimento?"
O casal Quésia e Arthur Villamil responde a esta pergunta com a única resposta possível. O vídeo é absolutamente emocionante.

Os familiares e amigos estão todos de parabéns por dar enorme apoio ao casal durante a gestação e nascimento da pequena Esther, que aconteceu em 29/06/2011.

Devido à gravidade de sua condição -- Esther sofria de anencefalia --, a pequenina bebê esteve 40 minutos entre nós e retornou ao Senhor da Vida. A quantidade de amor que circundou Esther durante sua gestação mostra que mesmo em meio a um drama tão grande como é o de bebês com graves condições o amor faz toda a diferença.

E é exatamente o amor a resposta que o Senhor Deus espera de todos nós, pena que tantos não O escutem atentamente.

Quésia e Arthur souberam escutar e souberam, mais do que tudo, amar. O amor é a única escolha possível, o único caminho.

Vejam o vídeo. Vejam e compartilhem. Espalhem o amor.


O relato sobre o nascimento da pequena Esther, feito por sua mãe, Quésia, pode ser lido aqui.

quarta-feira, outubro 05, 2011

Para abortistas, mães são "hospedeiras" e bebês são como "vírus"

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Este é o estilo abortista de debate em sua forma mais pura.

Como sabem que o que vai no ventre da mãe é uma vida humana, o que é comprovado pela Ciência, agora tentam fazer com que a opinião pública ignore a Ciência.

Uma das principais táticas abortistas é perverter a linguagem, criando eufemismos e uma nova nomenclatura para que o que eles realmente defendem chegue aos ouvidos da sociedade como coisa neutra ou até virtuosa. É por isto que uma das abortistas em determinado momento (0:47) declara que "o que há dentro do corpo que não pode funcionar fora de sua hospedeira (...)".

Chamar de "hospedeira" [host] uma mãe é emblemático de como tudo é bem pensado para confundir a quem lhes dá ouvidos sem atentar para suas reais intenções.

Vemos bem como é importante para seus interesses obscuros que haja uma profunda desumanização de tudo que diz respeito à geração de uma vida humana.

Outro abortista (1:38) diz que o foco do assunto deve ser o controle de natalidade e não qualquer foto ou evidência científica que seja mostrada. Isto mostra mais uma vez que abortistas importam-se nada com a vida humana, embora gostem muito de se dizerem preocupados com a vida das mulheres. Na verdade, com a vida das "hospedeiras", que é como eles se referem às mães.

Não é de surpreender que logo em seguida (1:51) uma outra abortista "argumente" que se ela está resfriada e tem vírus dentro de seu corpo e como este vírus é uma coisa pequena e está viva dentro de seu corpo ela deverá poder matá-lo. Ela declara isto para fazer um paralelo entre um resfriado e uma gravidez.

É de virar o estômago ver alguém comparando um ser humano, um bebê, a um vírus, mas isto não surpreende em nada, pois são estas as mesmas pessoas que são capazes de chamar de "hospedeira" uma mãe.

Após este espetáculo que mostra bem como é a mente abortista, fica claro que para esta gente pouco importa o que mostra a Ciência (um abortista chega a declarar que quem nasce com cromossomos X e Y é do sexo feminino!), pouco importa o que seja o certo, só o que importa mesmo é uma "hospedeira" possa matar seu "vírus" livremente.


 

segunda-feira, outubro 03, 2011

"180" - Mudando o pensamento sobre o aborto

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Tive acesso ao vídeo abaixo através do excelente blog "Aborto em Portugal".

Vale a pena vê-lo do início ao fim. Infelizmente, está disponível apenas em Inglês.

Ray Comfort, o entrevistador, confronta a fraca argumentação dos que são favoráveis ao aborto com fatos que lhes são completamente desconhecidos ou joga luz em detalhes que são por eles ignorados, provavelmente devido à enorme desinformação que cerca o assunto.

É um alento ver que muitos mostram sincera disposição de rever preconceitos arraigados e mudar a visão sobre um assunto tão importante, um assunto que envolve a vida e a morte de seres indefesos e inocentes.

Mais sobre o documentário em seu site: 180 Movie.