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quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Ilze Scamparini e a "pílula ABORTIVA do dia seguinte"

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Ao comentar detalhes sobre o conclave que se aproxima, a jornalista Ilze Scamparini, falou, durante a edição de hoje do Jornal Hoje, da Rede Globo, que 
"Bispos alemães defenderam o uso da pílula ABORTIVA do dia seguinte para as mulheres que são vítimas de estupro". (negrito e destaque meus)
A se confirmar uma tal decisão por parte dos bispos alemães, eles deverão prestar contas ao Senhor Deus por seus atos. Mas não é este o ponto desta postagem...

O ponto principal aqui é elogiar ação da jornalista, sem precedentes na imprensa nacional. Enquanto um veículo como a Folha de São Paulo insiste em divulgar besteiras sobre o assunto, Ilze Scamparini disse em alto e bom som diante das câmeras da rede de televisão de maior audiência no Brasil o que qualquer pessoa honesta pode afirmar sem medo: a "pílula do dia seguinte" é A-B-O-R-T-I-V-A!

Ilze poderia ter omitido a informação, mas graças a Deus não o fez, e assim mostrou-se mais corajosa que certos bispos alemães pelo jeito. 

Para quem tem dúvidas sobre o efeito abortivo deste medicamento, que é uma verdadeira bomba hormonal enfiada no corpo das mulheres, é só ler o que o próprio fabricante informa a quem quiser ver e tiver honestidade suficiente para admitir o que está claro e muito além das ideologias sobre o possível efeito do medicamento que produz:
"It may stop a fertilised egg from attaching itself to the lining of the womb"

[Ela pode impedir a implantação no útero de um óvulo fertilizado]
A Folha de São Paulo pode convocar milhares de especialistas, citar gente da OMS e tudo o mais, mas o fato informado por quem desenvolveu esta bomba hormonal é que esta pílula pode sim causar um aborto e, exatamente por isto, Ilze Scamparini está corretíssima ao dizer que ela é uma PÍLULA ABORTIVA DO DIA SEGUINTE.


terça-feira, fevereiro 05, 2013

O casal que lutou por seu filho quando o médico queria matá-lo

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Quentin, Aidan e Jodi Peterson
Logo quando seu filho Aidan veio à luz, Jodi Peterson e seu marido Quentin sabiam que havia algo errado com ele. Ao invés de colocarem o recém-nascido Aidan junto de sua mãe, os médicos o tiraram de sua vista e sussuravam entre si. O problema do pequenino Aidan? Este: fissura bilateral dos lábios e do palato.

É evidente, assim como é natural, que os pais ficaram surpresos com a condição de seu filho, que nos primeiros dias após o nascimento teve ainda que enfrentar uma desidratação porque não conseguia ser amamentado no peito e o hospital não tinha as mamadeiras especiais para alimentar bebês com sua condição.

Mas mesmo a maior surpresa que pudessem ter tido com a condição de seu filho poderia superar a que tiveram quando o pediatra do hospital lhes chamou para uma conversa, o que pode ser lido abaixo nas palavras da própria Jodi:

"O pediatra do hospital chamou meu marido para a enfermaria e nos aconselhou a deixarmos a responsabilidade de nosso filho com o hospital. Ele nos disse que ainda éramos bem jovens, que poderíamos ter outros filhos e que tais crianças (crianças com a condição de Aidan) têm a tendência a ter problemas neurológicos; ele necessitaria de inúmeras cirurgias, o que nos levaria à falência, e que se nós fôssemos tolos ao ignorar seu conselho médico e levar nosso bebê para casa ele acabaria retornando devido a algum problema de desenvolvimento. 
O "tratamento" que o médico se dispunha a dar a nosso filho era dar remédios para a dor e deixá-lo morrer (de fome e desidratação). Jodi começou a chorar e recusou o conselho do médico, ao que o médico virou-se para Quentin e disse-lhe: "Tire-a daqui, pois ela está sendo irracional". Ele pensava que teria uma chance maior de convencer Quentin a abandonar seu bebê. 
Ele estava errado. Quentin também recusou-se a assinar os papéis que dariam ao hospital a responsabilidade sob seu filho. Nós não tínhamos planejado nada ainda e nem sabíamos onde procurar ajuda, mas nós não podíamos sequer imaginar abandonar nosso filho e deixá-lo sozinho para uma morte certa. Foi a graça de Deus que nos deu coragem para escolher a vida quando a autoridade médica daquele hospital nos dizia para fazermos o contrário do que estávamos fazendo. E isto foi para ambos a época mais assustadora de nossas vidas."


Como a Providência Divina nunca falha aos que em Deus esperam, Jodi e Quentin conseguiram contato com um grupo de apoio a pessoas com a condição de Aidan e que lhes forneceu a mamadeira necessária para finalmente poderem alimentá-lo e levá-lo para casa. 

Atualmente, Aidan já está com 15 anos e passou por 8 cirurgias para corrigir seu problema. Ele está no colegial e seu desempenho é normal para um garoto de sua idade. Aidan tem dois irmãos, um menino de 13 anos, Devin, e uma menina de 10, Kiera. Os Petersons são uma família normal e muito feliz, cujas dificuldades serviram para uní-los cada vez mais.

E é o próprio Aidan que manda um recado aos que têm a mentalidade daquele médico que queria condená-lo a uma lenta e cruel morte por fome e sede apenas porque ele não se encaixava em algum padrão de perfeição:

"Ponha-se no lugar daquela criança. Se você tivesse um dia para viver, o que seria melhor: passar aquele dia com seus pais amorosos ou morrer de fome enquanto médicos indiferentes passam por você, não se importando com a sua situação? Responda a esta pergunta e só então decida sobre a vida de seu filho"

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segunda-feira, fevereiro 04, 2013

O embrião é um ser humano como qualquer um de nós

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Prof. William Reville
Há abortistas que tentam justificar o aborto dizendo que após a concepção o que existe não é ainda um ser humano, mas simplesmente um monte de células. Foi mais ou menos isto que o senador irlandês John Crown tentou defender no jornal Independent ao comparar um embrião humano a um  mero espermatozóide ou a uma célula cancerígena.

Só que a retórica do senador foi posta em seu devido lugar pelo professor William Reville, da University College Cork, que enviou uma carta ao jornal com uma breve resposta, que segue abaixo em uma tradução livre.

"Concordo com muito do que ele [o senador] disse, mas discordo inteiramente com o que ele afirmou no final de seu artigo, de que um embrião em seus primeiros dias "é uma forma de vida da mesma forma que o espermatozóide ou uma célula cancerígena desenvolvendo-se em um prato também é uma forma de vida". Esta opinião é totalmente errada e ela contradiz fatos biológicos elementarem. 
Uma vida humana individual inicia-se na concepção quando o espermatozóide encontra-se com o óvulo para a formação de uma nova célula, o zigoto, o primeiro estágio embrionário. O zigoto se desenvolve e divide-se em duas células filhas, que em seguida desenvolvem-se e também dividem-se em outras duas células, e este processo de desenvolvimento/divisão continua por incontáveis vezes. 
O zigoto é o início de um continuum biológico que automaticamente cresce e se desenvolve, passando graduamente e sequencialmente através dos estágios aos quais chamamos feto, bebê, criança, adulto, idoso e eventualmente termina na morte. As instruções genéticas completas para guiar este desenvolvimento do continuum, em interação com seu ambiente, estão presentes no zigoto. Cada estágio neste continuum é biologicamente humano e cada ponto ao longo deste continuum tem todas as propriedades humanas necessárias àquele momento. 
Por outro lado, nem o espermatozóide nem a célula cancerígena mencionadas pelo Senador Crown têm a capacidade de se desenvolver ao longo de um continuum até o estágio de um ser humano adulto, ou mesmo a capacidade de se desenvolver em qualquer outra coisa além do que já são naquele momento. Tais células têm papéis específicos e capacidades limitadas, e são completamente diferentes de um embrião em seus primeiros dias. 
Muitos pró-aborto vêem o embrião como um potencial ser humano. Contudo, está claro para mim e para muitos outros, que os dados biológicos nos dizem que um embrião, mesmo em seus primeiros dias, é um ser humano com potencial." 

Excelente resposta dada pelo professor Reville. Isto serve como um aviso a muitos pró-aborto que gostam de posar de grandes conhecedores do assunto, como um rapaz que recentemente quis comentar uma imagem publicada na página do blog no Facebook. Um pequeno trecho pode ser visto abaixo:


Ou seja, para tais tipos que querem negar aos embriões exatamente o que lhes dá sua dignidade, que é sua humanidade, a resposta do professor William Reville cai como uma luva para que encarem o peso do absurdo que defendem: a eliminação cruel de um ser humano frágil e inocente.