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quarta-feira, maio 29, 2013

Amor de uma mãe faz seu filho reviver

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Kate Ogg e seu marido, segurando seu filho,
que havia sido declarado morto
Esta belíssima história aconteceu há mais de 3 anos, mas vale muito a pena ser contada.

Grávida de gêmeos, a australiana Kate Ogg teve o parto de seus filhos, um casal, antecipado para 27 semanas de gestação. Com a primeira criança a vir à luz, Emily, não houve problemas, mas com seu irmão os médicos, ao retirá-lo, tiveram que cuidar dele mais intensamente, pois o pequenino lutava para viver.

Após cerca de 20 minutos em que os profissionais tentaram ajudar o bebê, um médico perguntou à Kate se eles já haviam escolhido o nome do menino. "Jamie", foi a resposta. E o médico prosseguiu: "Nós perdemos Jamie. Ele não conseguiu. Sinto muito...".

Kate diz que estas foram as piores palavras que já ouviu em sua vida. Reagindo como só uma mãe sabe reagir em relação a seus filhos, Kate pegou o corpinho de seu filho (devido à prematuridade, ele nasceu com aproximadamente 1 Kg), retirou-o da manta e o colocou junto ao seu corpo, em contato com sua pele.

Kate e seu marido começaram a falar com seu filho. Disseram ao bebê que seu nome era Jamie e que ele tinha uma irmãzinha gêmea, Emily. Kate contou a ele coisas que ela pretendia dizer-lhe durante a vida, coisas que ela pensava que não poderia mais dizê-las novamente.

Kate alegre, pois seu filho está vivo!
Ela sentiu então um pequeno espasmo, como se o bebê buscasse por ar, vindo do corpinho de Jamie, mas os médicos disseram-lhe que isto era apenas um reflexo natural pós-morte. Mas ela segurou e permaneceu falando com seu filho durante 2 horas, aconchegando-o junto a si.

O pequeno Jamie começou a buscar por ar mais frequentemente. Kate, teve o instinto de dar um pouco de seu leite na ponta de seu dedo para seu filhinho. E ele aceitou o leite de sua mãe! 

Ela pensou: "Meu Deus! O que está acontecendo?". Logo após, Jamie abriu seus olhos... Um verdadeiro milagre! O pequenino segurou o dedo de sua amorosa mãe, abriu seus olhos e movimentou sua cabeça. O médico, surpreso, só sabia dizer: "Não acredito! Não acredito!".

Kate acreditava, como só uma mãe sabe acreditar na vida. E hoje sua família está completa. Miraculosamente completa.

O casal Ogg, contando sua bela história na TV

Emily e Jaime Ogg aos 2 anos de idade


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terça-feira, maio 28, 2013

Mãe recusa o aborto, apesar de raríssima gravidez de alto risco

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No estado de Arizona, EUA, uma mulher, Nicollete Soto, soube que sua vida corria perigo devido a uma raríssima gravidez: seu filho estava se desenvolvendo fora de seu útero.

Ela não considerou o aborto e levou a gravidez até 32 semanas de gestação, quando então os médicos fizeram o procedimento para o nascimento do bebê, o pequenino Azelan Cruz, que veio à luz pesando pouco mais de 1 Kg.

Seu pai, Victor Perfecto, assim disse sobre o processo da gravidez de alto risco que enfrentaram: "Nós deixamos os médicos decidirem quando fariam o parto e Deus decidir todo o resto".

Sábia decisão!


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Fonte:

Na China, um bebê é resgatado de cano de esgoto

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Esta é mais uma para o rol do abortismo e da Cultura da Morte...

Como todos já sabem, a China, principalmente devido à sua política criminosa de limitar o número de filhos por casal e promover o aborto como forma de controle populacional de forma ampla, é dos países onde o horror desta prática mais se faz notar.

Regimes totalitários, como o da China, formam com o aborto uma combinação explosiva, onde a degradação da família e a falta de valor pela vida humana dá resultados capazes de espantar até os corações mais frios. Dúvidas? Veja: "'Pescadores de Homens' em versão comunista", "Do Blog PESADELO CHINÊS: 400 milhões de pessoas foram impedidas de nascer na China", "'Bebês meninas não contam': uma história de mulheres", "Como a China trata suas crianças" e "Abortos forçados na China: a Caixa de Pandora aberta pelos abortistas".

Foi exatamente isto que aconteceu na cidade de Jinhua, onde os bombeiros locais foram chamados para retirar um bebê recém-nascido que foi parar na encanação de esgoto de um prédio. Alertados pelos responsáveis pelo prédio residencial, os bombeiros resgataram o bebê e conseguiram salvá-lo. Segundo informações, o bebê encontra-se estável. Um curto vídeo sobre o resgate pode ser visto abaixo.

O caso ainda está sendo investigado e não se tem mais informações sobre como tudo aconteceu. Porém, seja por qual motivação tenha ocorrido tal crime, é de se destacar o ambiente criado para que tais casos ocorram, que indicam uma total desvalorização da vida humana, onde bebês que deveriam ser acolhidos com alegria e repousarem em berços são jogados na privada para morrerem no encanamento de esgotos, junto a dejetos humanos, o que demonstra bem que o que vai no coração de certos homens é bem pior do que sequer conseguimos imaginar.




sexta-feira, maio 17, 2013

Esclarecimentos do Pe. Lodi sobre o Estatuto do Nascituro

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Pró-Vida de Anápolis
Página de responsabilidade do Pe. Lodi

O mesmo assunto já havia sido abordado aqui recentemente, mostrando a posição do Brasil Sem Aborto sobre a questão.

Creio que as lideranças pró-vida nacionais precisam acertar suas diferenças o quanto antes sobre esta questão. As questões levantadas pelo padre são pertinentes e, exatamente como ele diz e demonstra, certos aspectos do texto em votação reforçam a idéia por demais espalhada de que existe mesmo "aborto legal" no Brasil. Este ponto é muito importante, não é coisa para ser deixada de lado. Uma das frentes mais eficientes de avanço do abortismo no Brasil é exatamente a via jurídica e o que o padre demonstra é que este terreno vem sendo minado por atitudes dos parlamentares e grupos envolvidos na questão, conscientemente ou não.

Segue um trecho do texto do padre, que pode ser integralmente lido em seu blog ("Aos amigos do "Brasil Sem Aborto" sobre o Estatuto do Nascituro"):

"Pergunto: por que pôr em evidência essa excludente de punibilidade do artigo 128 do Código Penal? Da maneira como está redigido o texto, os deputados - que não costumam fazer distinções jurídicas - entenderão que a EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE (em letras enormes) significa o direito ao aborto. O que os deputados entenderão dessa mensagem é: vote com o relator, porque o projeto não extingue o direito de abortar uma criança concebida em um estupro. 
Uma hipótese - a ser excluída imediatamente - é que a mensagem acima tenha sido escrita para enganar os deputados, ou seja, com a intenção de que eles interpretem a isenção de pena como um verdadeiro e próprio direito de abortar. Mas isso seria uma grande fraude, embora praticada com "boas intenções". 
Se o objetivo da mensagem não é enganar os deputados, ela deveria ser mais precisa na explicação. Deveria afirmar que o projeto pretende manter a proibição de a mulher estuprada matar seu filho, embora conserve a não aplicação da pena (escusa absolutória) caso o crime já se tenha consumado. Mas pergunto: o que se lucraria com essa mensagem? 
Até agora, por mais que eu me esforçasse, não entendi o motivo pelo qual o Movimento insiste em fazer da complementação de voto da relatora uma arma a ser usada na aprovação do projeto em etapas posteriores."

Em resumo, o que se pede, o que se espera é que estas lideranças abram um diálogo, acertem seus ponteiros e esclareçam a opinião pública. A hora é grave e há vidas em jogo.


quinta-feira, maio 16, 2013

Abortistas querem que os bebês agradeçam por serem abortados

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"TEU BEBÊ VAI TE AGRADECER"

A imagem acima é mais uma para o rol de absurdos vindo dos abortistas. A Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, veiculou em seu site este anúncio asqueroso. Nele a este abatedouro de seres humanos tem a coragem de vincular sua imagem à de uma mãe segurando seu filho sorridente nos braços e ainda com os dizeres "TEU BEBÊ VAI TE AGRADECER".

Isto é perversão, para dizer o mínimo.

Utilizar da imagem de um bebê sorridente no colo de sua mãe para promover abortos é um maquiavelismo rasteiro, digno de facínoras, de gente que ganha dinheiro através do desespero de mães e com o sangue de seres humanos inocentes e frágeis.

O próprio slogan da Planned Parenthood ("Care. No matter what." - "Saúde. Não importa como.") já diz bem o que pensam tais pessoas, quando sabemos que o "Não importa como." refere-se a vidas humanas que vão para o lixo hospitalar ou para o sistema de esgotos.

Um anúncio como este talvez seja um símbolo acabado da sociedade hedonista em que vivemos atualmente, onde a única coisa que interessa é o próximo prazer efêmero. E quando as conseqüências batem à porta, busca-se uma "solução" como o aborto.

Dizer a uma mãe, uma mãe desesperada, que é o público-alvo para o produto vendido por abortórios como a Planned Parenthood, que seu filho abortado irá agradecer por ter-lhe sido negado o direito de viver através de uma morte fria e cruel é coisa que beira a insanidade mesmo para quem ganha dinheiro com as mãos sujas de sangue inocente.

É cruel. É sujo. É podre. Mas é, acima de tudo, revelador do que é a indústria do aborto.

quarta-feira, maio 15, 2013

Mais casos de infanticídio na indústria abortista dos EUA

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Nem bem o médico-monstro Kermit Gosnell começa a passar o resto de sua vida na cadeia, mais um caso sobre infanticídio surge nos EUA. O acusado agora é o médico Douglas Karpen, proprietário de três clínicas abortistas no estado do Texas.

Ex-funcionárias de uma das clínicas vieram a público contar o que acontece por lá. Os detalhes podem ser lidos no site da Operation Rescue, mas fica o aviso que as imagens no documento disponível na página não são fáceis de serem vistas, mesmo para quem tem estômago forte.

Estas novas denúncias confirmam o que muitos grupos pró-vida norte-americanos já diziam ao comentar sobre o caso do dr. Kermit Gosnell: suas práticas hediondas não são incomuns. A recente condenação daquele médico talvez tenha criado o terreno necessário para que mais denúncias deste tipo venham a público, como vem sendo já trazido pelos integrantes do grupo Live Action, que com sua série de vídeos "Inhuman" vem mostrando a verdadeira perversão que é a indústria do aborto nos EUA, principalmente entre os médicos que lidam com abortos em gestação já avançada.

O que tais fatos vão mostrando, aos que querem ver, é que mesmo em países onde a força policial e o sistema judiciário funciona razoavelmente não falta gente para burlar os tais limites legais ao aborto, e é por isto que sequer permitir o aborto a partir de determinado número de semanas não apenas vai contra o fato de que já existe uma vida humana, isto mostra-se também inútil para uma indústria que se alimenta do desespero dos pais e da morte de seres humanos inocentes e indefesos. Legalizar o aborto é abrir uma Caixa de Pandora de onde com certeza sairá até mesmo o infanticídio puro e simples, como estes casos vêm demonstrando.

Imagine-se agora um Brasil com o aborto legalizado como querem o governo, o PT, seus partidos aliados e muita gente que se diz "progressista", imagine-se o que aconteceria por aqui. Aqui não se consegue nem mesmo colocar gente já condenada pelo Supremo Tribunal Federal na cadeia... Não está totalmente errado quem pense que um dr. Gosnell entre nós estaria ainda retalhando a coluna vertebral de recém-nascidos enquanto seria aplaudido por um monte de gene boa.

Abaixo segue um trecho do depoimento dado pelas ex-funcionárias da clínica do dr. Karpen. O vídeo completo pode ser visto aqui.




segunda-feira, maio 13, 2013

Esclarecimentos sobre o Estatuto do Nascituro

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Indico para leitura os importantes esclarecimentos feitos pela Dra. Lenise Garcia, presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, sobre o Estatuto do Nascituro em tramitação no Parlamento.

O texto original pode ser lido aqui

Destaco, abaixo, as análises das críticas feitas pelas professoras Débora Diniz, Lola Aronovich e pelo Padre Lodi em relação ao nascituro ser ou não tratado como pessoa.

  1. "Análise das críticas
Débora Diniz começa errando na biologia, pois a fecundação é de uma única célula, gerando um indivíduo único que começa a se desenvolver como um “punhado de células” até chegar ao “montão de células” que somos cada um de nós. Por isso, o ser que é formado na fecundação efetivamente é um ser humano, pois, como dizia sabiamente o geneticista Lejeune, “se não fosse humano desde o início nunca se tornaria humano, pois nada é acrescentado a ele.” 
Ao falar em “células recém-fecundadas”, ela mostra não admitir a evidente unidade que existe entre o ser que no primeiro momento se forma e aquilo que será ao longo de toda a sua existência, desenvolvendo-se em um processo contínuo. 
Lola Aronovich diz que o Estatuto pretende “considerar um embrião uma pessoa já nascida, digna de todos os direitos jurídicos”. Realmente, a proposta em discussão considera o embrião digno dos direitos que lhe cabem, essa é exatamente a sua finalidade. Considera-o, como de fato é, já gerado – não já nascido, pois é nascituro.
É interessante notar que ambas, embora discordem de que o nascituro seja pessoa, consideram que o Estatuto do Nascituro assim reconhece o embrião. 
Já o Pe. Lodi acusa o substitutivo de poder ser interpretado como "expectativas de direitos", quando esse termo constava textualmente do projeto original, e foi retirado no substitutivo, que garante ao nascituro “direitos da personalidade”. Embora não se use a palavra pessoa, fica evidente que o Estatuto do Nascituro garante todos os seus direitos fundamentais. Em síntese, Pe. Lodi está acusando o substitutivo de ter introduzido um problema que ele na realidade solucionou. 
Conclusão: o Estatuto do Nascituro trata o embrião como pessoa, garantindo-lhe os direitos, embora não use diretamente esse termo, mas outros análogos, fazendo referência a “dignidade e natureza humanas”, e a “direitos de personalidade”."

Já sobre a questão de como o Estatuto do Nascituro trata a punição às mulheres que abortam, especialmente em casos de estupro, ais a análise das críticas:
  1. "Análise das críticas
Dada a evidência de que nada muda em matéria penal, não fazem qualquer sentido as afirmações de Débora Diniz e Lola Aronovich a esse respeito. Parece claro que elas estão se referindo ao documento errado, ao PL 478/2007 original, já sepultado. 
Já o Pe. Lodi cai em contradição, ao dizer que a lei atual apenas faz o excludente de punibilidade em determinados casos, nos quais o aborto permanece crime (interpretação, aliás, com a qual concordo), e que o Estatuto do Nascituro transformaria em “aborto legal”. Não havendo qualquer modificação no Código Penal, sendo feita a ressalva do Art 128, a interpretação do mesmo continuará sendo a que até hoje se fez. 
Conclusão: em matéria penal, nada muda. O Código Penal continua como está, e as divergências na sua interpretação, que atualmente ocorrem, continuarão ocorrendo do mesmo modo: nem mais, nem menos."

E em seguida, as conclusões finais:
"CONCLUSÕES FINAIS: O Estatuto do Nascituro é uma proposta equilibrada, que explicita direitos fundamentais da criança ainda no ventre da mãe, e merece ser aprovada em nosso parlamento. Para se fazer um debate sensato e maduro a seu respeito, buscando inclusive eventual aperfeiçoamento, é preciso ter em conta os textos oficiais, especialmente o do substitutivo da Deputada Solange Almeida, que é o texto atualmente em discussão, e não textos antigos ou que só existem no imaginário de cada um."



sexta-feira, maio 10, 2013

Avó de bebê com anencefalia: "Ele nos ensinou tudo, Ele nos ensinou amor. Ensinou-nos como ser uma família."

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Nickolas e sua mãe, Sheena Cardona
Quem é favorável ao aborto de bebês anencéfalos talvez devesse ver bem atentamente o vídeo abaixo. Ele mostra o que eles insistem em negar: há uma vida humana. E as imagens nesta página mostram também algo mais, coisa que infelizmente parece que muitos dos defensores do aborto cismam em deixar de lado, que o amor, principalmente o amor de mãe, supera muito.
 
Nickolas Coke nasceu com anencefalia. Nickolas foi chamado de "Miracle Baby" ("Bebê Milagre") pois viveu por 3 anos e meio na companhia de seus pais e familiares, apenas tomando medicamentos para que tirarem algum desconforto devido à sua condição.

Este é o vídeo da reportagem de quando o menino completou 2 anos.




Sua família, após os cuidados iniciais e o natural período de aprendizado para lidar com a novidade que é cuidar de uma criança com sua condição, procurou que ele tivesse uma vida familiar a mais normal possível, levando-o a acampamentos, ao zoológico, festas, etc. E um pouco disto pode ser visto nas imagens abaixo.



Recentemente um comentarista na página do blog no Facebook escreveu que bebês anencéfalos estão "tecnicamente mortos". Talvez Nickolas e sua família possam fazer o rapaz mudar de idéia. Ou não... Mas eu fico com o que nos ensinou a avó de Nickolas:
"Ele nos ensinou tudo, Ele nos ensinou amor. Ensinou-nos como ser uma família. (...) Ele foi nosso herói porque ele mostrou força; se isto pode ser feito, tudo mais também pode."
Que coisa, não? Como poderia alguém "tecnicamente morto" ensinar algo tão profundo e positivo para seus familiares? Nickolas nasceu com um cérebro defeituoso, mas o amor de sua família compensou tal obstáculo.

 
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Fontes: