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domingo, junho 09, 2013

O aborto por quem o cometeu e se arrependeu

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A imagem ao lado foi tirada do blog do jornalista Reinaldo Azevedo e nela podemos ver um comentário enviado pelo leitor que se identificou como "Douglas". O que ele relata é como foi sua transição de um apoiador do aborto para uma posição pró-vida.

"Douglas" relata o caso em que ele próprio esteve envolvido, junto com sua namorada à época: ambos foram colhidos por uma gravidez inesperada. Conta ele que eles optaram pelo "ato", o aborto, e que o assunto era tratado friamente entre seus colegas. Comprados os remédios ilegais, o aborto foi induzido em sua casa e quando aconteceu, foi que ele teve a real idéia do que havia feito: "(...) vi que aquilo não era um animal ou um pedaço de menstruação, mas um bebê mesmo"

Ele relata que levou anos para superar o que havia acontecido, com o peso de um assassinato em suas mãos. Vale muito ler seu testemunho, pois mostra um lado que a militância abortista gostaria muito que ficasse escondido do público em geral, que é o testemunho de quem passou pela experiência e provou o gosto amargo de um ato que afeta a todos, tanto os envolvidos diretamente, quanto, em termos mais amplos, a sociedade em geral, cuja perminssividade com tais práticas mostra-se um sintoma de doença social muito mais profunda.

A transcrição de seu comentário, encontra-se abaixo, com destaques meus.

"Reinaldo, eu era a favor do aborto quano jovem a muitos anos atrás, até que um dia uma “ficante” engravidou de mim e optamos pelo ato. Compramos os “remédios” proibidos vindo do Paraguay e fizemos todo o processo recomendado pelo contrabandista. Na época parecia que seria algo normal, pois o assunto era tratado friamente entre os colegas. Quando então o aborto aconteceu no banheiro de casa e vi que aquilo não era um animal ou um pedaço de menstruação, mas um bebê mesmo. Levei anos para superar aquilo, com o peso de um assassinato nas mãos. Foi assim que me senti. Os jovens que hoje defendem o aborto não sabem o que estão falando, dos traumas que isto traz. O feto é um ser humano, o filho de alguém. Não se deixem levar por ativistas contra a vida. Nem falo de religião nenhuma, é simplesmente errado tirar uma vida indefesa. Ainda mais do próprio filho. O aborto é loucura, e quem defende a prática, ou não tem informação, ou é um monstro. Não queira ver a cena de um feto no banheiro da tua casa pra entender que é errado."

sexta-feira, junho 07, 2013

O Estatuto do Nascituro, os idiotas úteis e a farra dos abortistas

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Em algum canto obscuro, talvez até nos porões de alguma (ou várias) PUC existente no Brasil, há militantes abortistas rindo de orelha a orelha. Enganam-se muito os que acham que eles estão indignados com a aprovação do Estatuto do Nascituro em Comissão da Câmara de Deputados. Eles, mais do que ninguém, sabem que o que se lhes apresentou de mãos beijadas foi uma baita oportunidade, destas que não há dinheiro que compre.

Em poucos dias, como se o assunto fosse novo (tramita desde 2004), a  militância abortista, com seus tentáculos por toda a imprensa e nas mídias sociais, espalhou termos tais como "Bolsa-Estupro", ou que as mulheres seriam obrigadas a terem filhos resultantes de violência sexual, ou que, pasmem!, os estupradores ganhariam o direito de pais, até mesmo com direito a visitar seus rebentos.

Ora... Francamente? É de se lamentar que as pessoas não façam o mínimo que se espera delas quando um assunto sério como é a defesa da vida está em pauta. O texto do Estatuto do Nascituro está disponível para quem quiser lê-lo (clique aqui) e sua leitura é extremamente fácil, pois, ao contrário de outras peças legislativas vindas de nossos parlamentares, esta é de uma clareza impressionante. Basta ler e entender o que lá está. 

Quem conseguir me provar que algo lá indica que o estuprador ganhará direitos de pai da criança, ganha uma viagem de ida para Cuba ou um lugar na primeira fila de um dos Congressos promovidos por alguma entidade abortista de sua preferência. Estarei esperando. Sentado, claro.

Quem diz que o Estatuto obrigará as mulheres a terem filhos concebidos em estupros simplesmente não o leu. E, pior, não leu a Complementação de Voto feita pela relatora Dep. Solange Almeida, que deixa claramente exposto que há ressalvas devido ao que já consta no Art. 128 do Código Penal.

Ou seja, a gritaria toda, com meninas esbravejando no Facebook, gente correndo para assinar um abaixo-assinado eletrônico é por qual motivo mesmo? Por nada... Sinto dizer, mas estão todos servindo de idiotas úteis para uma coisa muito maior e muito, mas muito, mais obscura: a aprovação total e irrestrita do aborto.

E talvez seja isto o pior de tudo, o mais trágico. Em uma era em que a informação está disponível na ponta dos dedos, bastando um clique para alcançá-la, vemos que as pessoas simplesmente não lêem mais. E, quando lêem, não entendem o que vai escrito. E são estas que servem de massinha de modelar na mão dos militantes abortistas financiados com grana internacional.

Uma destas pessoas indignadas chegou na página do blog no Facebook esbravejando que o estuprador teria o direito de visitar a criança. Então eu lhe pedi que trouxesse o texto do Estatuto onde isto estaria escrito. Após alguns momentos (o Google é rápido mesmo...), ela colou alguns links com matérias saídas na imprensa e apenas isto... E ainda perguntou se eu queria mais. Será que precisa? Isto é um diploma de alienação pura e simples. Tomar como fonte de suas indignações o que vai nos jornais, e em suas versões online!, como fonte isenta sobre um assunto tão sério ou é ignorância profunda ou simples má-fé. De qualquer forma, é o sonho da militância abortista ter gente assim a seu dispor.

E mais... O que tanta gente indignada não quer entender, provavelmente por causa de todo ruído criado pela militância, é que quem ficará sem qualquer ajuda será a mulher que foi estuprada e decide, em um ato extremo de valoração da vida humana que já carrega em seu ventre, manter a gravidez. É esta que terá o direito de receber do Estado ajuda financeira, psicológica, etc. E isto acontecerá quando o estuprador não for identificado, pois será ele que deverá pagar por seu crime, inclusive com a devido aporte para o sustento da vida que ele gerou através de violência.

Mas se prevalecer a ótica dos que gritam, esta mulher deverá ser abandonada. "Ela que se vire e crie seu filho sozinha!" -- é o que estão dizendo. Ela estará sendo vítima duas vezes: de seu algoz, um facínora, um calhorda que a usou sexualmente, e também da sociedade, que sequer lhe dá um auxílio mínimo para que ela possa criar, caso deseje, seu filho. É fazer exatamente o que muitos criticam: é transformar a vítima em culpada. "Quem mandou não abortar?" -- é o que estão a dizer em casos assim. 

E é isto que enoja... Em um país em que até presos, independentes de seus crimes, por mais abjetos que sejam, ganham ajuda finaneira para suas famílias, é este país que um monte de gente se levanta contra uma ajuda financeira a uma mulher estuprada e que decide manter seu filho?

Isto não é apenas ignorância. É crueldade e falta de compaixão. E é exatamente o que a militância abortista planejou sobre todo este imbroglio. Talvez este pessoal não imaginasse que seria tão fácil manipular tanta gente em tão pouco tempo. Mas a ignorância endêmica em nosso país deixou o terreno bem plano para tais grupos.

E uma outra profunda nota a se lamentar é que as lideranças pró-vida mostraram-se, mais uma vez, incapacitadas para lidar com o assunto, para esclarecer, para ocupar a mídia e mostrar a verdade. Lamentável...




quinta-feira, junho 06, 2013

Na Tailândia, um cachorro salva bebê abandonado no lixo

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Pui, o cão herói. No detalhe, a bebê salva.
Um cachorro de nome Pui, da raça tailandesa Bangkaew, salvou uma recém-nascida abandonada no lixo em uma bolsa de plástico na cidade de Ayutthaya, a 50 quilômetros de Bangkok, na Tailândia.

O cão, após achar a bolsa com o bebê no lixo, carregou-a até um local seguro no pátio da casa de seus donos e ficou latindo alto até que a adolescente Sudarat Thongmak, de 12 anos, foi verificar o motivo dos latidos. A adolescente viu então, surpresa, a pequena criança dentro da bolsa, que ainda estava com parte do cordão umbilical.

Os pais da adolescentes encaminharam então a bebê, que nasceu prematura e tem 2,2 Kg, até as autoridades tailandesas, onde ela foi levada para um hospital e está recebendo tratamento intensivo e tem sua situação estabilizada.

Pui, o cão herói, foi condecorado por sua boa ação por entidades locais e por um grupo pró-vida e a polícia continua investigando para achar a mãe da criança. A dona de Pui já comunicou às autoridades que deseja adotar a criança que foi, literalmente, entregue em sua porta.

Pui sendo condecorado por seu ato
A bebê está sendo tratada devidamente
Abaixo, mais imagens de Pui, um verdadeiro Bom Samaritano.


quarta-feira, junho 05, 2013

Ela salvou 30 bebês da morte: a história de Lou Xiaoying

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Tudo começou em 1972. Lou Xiaoying, uma chinesa de 48 anos e que sobrevivia como catadora de lixo na cidade de Jinhua, cidade localizada na província de Zhejiang, notou uma pequena bebê no meio do lixo na rua. Ela sabia que aquele pequenino ser humano morreria se fosse deixado daquele jeito e seu instinto materno falou mais alto. Ela levou a bebê consigo e a tratou como sua filha desde então. 

Mas isto não parou aí... Desde 1972, Lou Xiaoying recuperou outras 29 crianças abandonadas em meio ao lixo de sua cidade. Destes trinta, quatro Lou criou como seus filhos e os outros, após serem acolhidos e tratados, foram dados a amigos e familiares, que os acolheram e criaram.

Lou tinha 82 anos quando resgatou o último bebê, achado em uma lata de lixo. Esta criança é o pequeno Zhang Qlin, que tem atualmente 8 anos. É a própria Lou que conta como o encontrou:

"Embora já estivesse velha, eu não poderia simplesmente ignorar o bebê e deixá-lo para morrer no lixo. Ele parecia tão doce e tão carente. Eu tinha que levá-lo comigo para casa."

E ela continua a falar de seu filho mais novo:

"Eu o levei para nossa casa na periferia, que é bem pequena e modesta, e cuidei dele até que ele estivesse bem de saúde. Agora ele é um garotinho esperto, feliz e saudável. Meus outros filhos ajudam a criar Zhang Qlin, ele é muito especial para todos nós. Eu lhe dei este nome por causa da palavra chinesa que significa raro e precioso."

O marido de Lou, Li Zin, morreu há 18 anos. O casal teve apenas uma filha biológica, Zhang Caiying, que hoje tem 50 anos de idade. 

Lou e seu marido Li Zin

Lou é muito reconhecida e respeitada em sua comunidade pelo trabalho que fez junto a estas crianças abandonadas. Ela e sua família salvaram dezenas de crianças da morte praticamente sem recursos. Isto é uma resposta e tanto à política criminosa do governo chinês, que limita o número de filhos aos casais, o que leva a casos de infanticídio no campo e de abandono nas zonas urbanas (ver mais clicando aqui, aqui e aqui).

É um alento que mesmo sob um regime tão opressor como o da China haja pessoas como Lou Xiaoying, que salva crianças da morte certa. A última notícia que se tem é que ela estava internada devido a uma grave doença renal, isto em 2012. Não encontrei notícia sobre seu falecimento e espero que ela esteja bem e junto aos seus filhos que tanto ama.

Lou no hospital, sendo visitada por sua família

Deixo por último as palavras de Lou sobre sua motivação para acolher as crianças que cruzaram seu caminho:
"Eu penso que se temos disposição suficiente para reciclar lixo como podemos não "reciclar" algo tão importante como vidas humanas? Estas crianças precisam de amor e cuidado. Todas são preciosas vidas humanas. Não compreendo como as pessoas podem deixar bebês tão vulneráveis nas ruas."
Lou Xiaoying, mãe de muitos

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terça-feira, junho 04, 2013

Quando começa a vida? A Ciência já respondeu há tempos...

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A defesa da vida, cujos maiores inimigos atuais são os favoráveis ao aborto, passa pela compreensão de quando inicia a vida humana. A resposta a esta pergunta é dada pela própria ciência biológica, através da Embriologia Humana, e não é necessário que se recorra a argumentos teológicos para lidar com a questão. O objeto da Teologia, que também é uma ciência, é outro, apenas isto. O mesmo acontecendo com a Filosofia, o Direito, etc.. - são ciências, com seus objetos próprios, mas que não têm a contribuir para a questão do conhecimento de quando inicia a vida humana.

A questão do aborto está diretamente ligada a esta compreensão do início da vida humana. É exatamente neste ponto, no início de uma nova vida, que a retórica abortista mais se sente à vontade para dar vazão ao seu discurso de termos pejorativos ao nascituro: “amontoado de células”, “simples tecido”, “parasita”, etc. Esta fase da vida humana é a mais fácil de ser utilizada por estes grupos para seus rotulamentos. Tais termos são usados com um único objetivo: desumanizar o nascituro, negando-lhe aquilo que já está presente desde sua concepção e que lhe é mais importante, sua humanidade.

Porém, dizer que o fruto da concepção não é uma vida humana, como inúmeros abortistas dizem, não encontra qualquer respaldo científico. O afirmado pela Embriologia Humana é exatamente o contrário, que a vida humana tem seu início na concepção. As citações abaixo, em tradução livre, são retiradas de livros que são referência na área de Embriologia Humana.

Keith Moore and T. V. N. Persaud, The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (6th ed. only) (Philadelphia: W. B. Saunders Company, 1998):
 
"O desenvolvimento humano é um processo contínuo que inicia quando um oócito (óvulo) de uma fêmea é fertilizado pelo esperma (ou espermatozóide) de um macho"
 
"... mas o embrião começa a se desenvolver logo que o oócito é fertilizado" (p. 2)
 
"Zigoto: esta célula resulta da união de um oócito e um esperma. Um zigoto é o início de um novo ser humano (ou seja, um embrião)." (p. 2)
 
"O desenvolvimento humano inicia na fertilização, processo durante o qual o gameta masculino ou esperma (...) une-se com um gameta feminino ou oócito (...) para formar uma célula única, chamada zigoto. Esta célula altamente especializada e totipotente marca o início de cada um de nós como um ser individual" (p. 18)

William Larsen, Human Embryology (New York: Churchill Livingstone, 1997):
 
"Neste texto iniciamos nossa descrição do desenvolvimento humano com a formação e diferenciação das células femininas e masculinas ou gametas, que unir-se-ão na fertilização para iniciar o desenvolvimento embrionário de um novo indivíduo. (...) A fertilização ocorre nas Trompas de Falópio (...) resultando na formação de um zigoto contendo um único núcleo diplóide. Considera-se que o desenvolvimento embrionário inicia-se neste ponto" (p. 1)
 
"Este momento da formação do zigoto pode ser considerado como o início ou momento zero do desenvolvimento embrionário" (p. 17)

Ronan O'Rahilly and Fabiola Muller, Human Embryology & Teratology (New York: Wiley-Liss, 1994): 
"A fertilização é uma etapa importante, pois, sob condições normais, um novo e distinto organismo humano é assim formado" (p. 5)
 
"A fertilização é o processo de eventos que inicia quando um espermatozóide faz contato com um oócito (...)" (p. 19)
 
"O zigoto (...) é um embrião unicelular" (p. 19)

Ou seja, a ciência, representada aqui pela Embriologia Humana, já sabe muito bem quando uma nova vida é iniciada: na concepção, na fertilização, que nada mais é que o encontro entre os gametas masculino e feminino. É neste exato ponto que a ciência pode dizer que há a formação de um novo ser humano.

Não existe dúvida quanto a isto, mas o que há atualmente é uma tentativa de politização da questão, criando-se figuras estranhas ao processo, tal como um estágio de “pré-embrião”, para que o aborto torne-se aceitável, mesmo nas primeiras etapas da gravidez.

Então, quando um abortista vier com um discurso de que não se sabe quando a vida começa como forma de preparar o terreno para sua defesa do aborto, é só dizer-lhe que a ciência já deu esta resposta há tempos e que ele deveria se atualizar. Se ele o fizer e não mudar de opinião, pode-se bem ver o quanto ele se importa com a vida humana. Mas se ele nem mesmo procurar se inteirar sobre o assunto, é para se perguntar quem afinal são os obscurantistas?