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quarta-feira, abril 23, 2014

"Sua casa será destruída e seu gado será tomado" -- Aborto e esterilização na China

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"Se você devia ter abortado e não o fez, sua casa
será destruída e seu gado será tomado"
Dentre os inúmeros malefícios que a mentalidade abortista faz à sociedade, talvez o que tenha efeito mais duradouro e nocivo seja a flexibilização das consciências em relação ao valor da vida humana. Quando este valor é relativizado, como vem acontecendo, o resultado é desastroso não apenas para os nascituros. Estes são apenas os primeiros a pagar com suas vidas pelos erros, pelos crimes e pela omissão de uma sociedade que decidiu olhar para o outro lado enquanto a Cultura da Morte vai corroendo suas bases.

Negar o direito à vida, o primeiro de todos os direitos, traz conseqüências não apenas para o ser humano frágil e inocente que será eliminado, as conseqüências serão impostas a cada um de nós.

"Mesmo que você sangre em profusão, você
não deve dar à luz um outro filho"

É o que vem acontecendo na China com sua política totalitária e criminosa de impor aos casais que tenham apenas um único filho. Muitos podem dizer que a China não é exemplo para nada em relação ao aborto ou planejamento familiar, dado que isto é imposto aos seus cidadãos, o que não acontece em países do primeiro mundo. Já eu penso exatamente o contrário: a China é um exemplo exatamente por demonstrar até onde se pode chegar com a falência da preservação dos direitos mais básicos, principalmente dos direitos daqueles que não têm como se defender.

"Se você deveria ter sido esterilizada e ainda não o fez, você
será detida e processada.Se você deveria ter abortado e
não o fez, sua casa será destruída e seu gado será tomado"

Quando o estado impõe suas políticas à revelia dos direitos fundamentais de seus cidadãos, o resultado é o que podemos ver nestas imagens de cartazes com ameaças graves aos que resistirem ao aborto compulsório ou à esterilização forçada. A gênese de tais mensagens foi a relativização da vida humana. Foi quando se distorceu e diminuiu o valor de uma vida humana que se deu a permissão para que o estado encarasse seus cidadãos não como homens e mulheres, nascituros ou não, mas como simples elementos sujeitos às suas políticas.

"Entrem em contato os que residem longe. Apresentem-se os que
estão escondidos. As que estão grávidas devem ter o parto induzido.
As que têm que ser esterilizadas devem ser trazidas."
Mas quando a legislação proíbe o aborto não está o estado também sendo autoritário? -- alguém pode perguntar. É exatamente o contrário. Em primeiro lugar, não é o estado que diz se o aborto é certo ou errado, é a Lei Natural, aquela que vai inscrita no coração de cada homem, que diz que matar um inocente é errado. Em segundo lugar, uma legislação proibitiva ao aborto nada mais fez que se adequar ao que já diz a própria Lei Natural.

"Se você deveria usar o DIU, mas ainda não o usa, ou deveria
ter suas trompas ligadas, mas ainda não tem,
você será presa imediatamente"

Uma legislação perfeitamente adequada à Lei Natural é aquela em que a vida humana ainda por nascer é preservada até mesmo da vontade de seus próprios genitores. Quando a legislação de um país distancia-se da Lei Natural, como no caso extremo da China, toda a sociedade pagará mais cedo ou mais tarde. Os cidadãos chineses já sentem isto diariamente.


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quinta-feira, abril 03, 2014

O homem que jogou fora o Prêmio Nobel

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Dr. Jérôme Lejeune e pacientes
Eis um breve trecho do livro "Poder Global e Religião Universal", escrito pelo Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, publicado pela Editora Ecclesiae.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2014/04/03/o-homem-que-jogou-fora-o-premio-nobel/

Amar e ser amada: a escolha de Elizabeth Joice

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Elizabeth, Max e a pequenina Lily
Elizabeth Joice, uma novaiorquina, foi diagnosticada com câncer em 2010. Após cirurgia e tratamento quimioterápico, ela foi dada como curada da grave doença. 

Vencida esta barreira, Elizabeth e seu marido Max -- ele a propôs em casamento no dia em que ela recebeu os resultados indicando a doença -- decidiram ter um filho. Os médicos, porém, disseram-lhes que seria virtualmente impossível que ela engravidasse. Mas, como aconteceu com o câncer, sua luta deu resultado e no verão norte-americano de 2013 Elizabeth e Max anunciaram a amigos e parentes que eles estavam grávidos. Desnecessário dizer que a alegria de todos foi imensa.

Apenas um mês depois do feliz anúncio, Elizabeth foi informada por seus médicos de que o câncer havia retornado. Ela e seu marido estavam agora diante de uma difícil escolha: abortar a criança e iniciar imediatamente o tratamento ou adiar o quanto possível o tratamento para preservar a vida de sua filha em gestação.

Elizabeth decidiu adiar o tratamento e dar uma chance à sua filhinha. "Ter um filho era uma das coisas mais importantes no mundo para ela", declarou Max ao jornal New York Post.

Apesar de marcada para o início de março, a cesariana que trouxe sua filhinha Lily à luz teve de ser feita em janeiro, pois Elizabeth precisava o quanto antes entrar em tratamento. Cinco dias após o parto, Elizabeth foi para casa e passou lá sua única noite junto a Max e Lily em sua residência, pois depois ela teve que ir para o hospital iniciar o difícil tratamento.

Infelizmente, já era tarde demais. O câncer havia voltado de forma violenta e Elizabeth Joice veio a falecer no dia 9 de março. Max estava ao seu lado. Ele disse isto de sua falecida esposa:
"Ela tinha esta energia positiva que nos fazia ser o melhor que pudéssemos. Ela não tolerava auto-piedade."

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O exemplo de Elizabeth Joice, que deu sua vida pela vida de sua filha, mostra-nos do que são feitas as mães. Ela foi uma heroína, tais como foram Stacie Crimm, Edivaine Cristina e Lorraine Allard.

Em uma época em que tantas mulheres pensam que expor seus corpos equivale a protestar, em que o aborto é buscado como um "direito humano", são exemplos como o de Elizabeth Joice e tantas outras mães e pais que se sacrificam diariamente por seus filhos, chegando até um sacrifício extremo como no relato que aqui se pode ler, que nos mostram que a melhor resposta aos ataques à vida humana é mostrar que fomos feitos para amar e para sermos amados.