/* Google Analytics */ /* Google Analytics */

terça-feira, julho 21, 2015

"2229" é a senha

0 comentários ###
"2229" era a senha para o sistema de alarme em uma das clínicas de abortos da Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, que está aparecendo nos notíciários devido à divulgação de vídeos secretos nos quais são mostradas gente graúda da organização negociando preço para a venda de partes de bebês abortados.

Quem conta sobre esta senha é Abby Johnson, que foi diretora da clínica em questão, mas que atualmente é uma conhecida líder pró-vida nos EUA. Ela diz que achou estranho uma senha tão simples, até que alguém explicou-lhe o motivo da senha: as letras no teclado indicavam a palavra "BABY" [BEBÊ]. Era a indicação de que os trabalhadores da clínica utilizavam de ironia com o tipo de trabalho que faziam lá. Eles faziam piada com o assassinato de bebês.

Alguns dias após tomar conhecimento da senha do sistema de alarme, ela foi levada para conhecer o Laboratório de POC (Products of Conception - Produtos da Concepção). Neste laboratório havia um freezer onde ficavam guardados os tecidos fetais resultantes de abortos até que o caminhão de lixo biológico viesse fazer a coleta. Ela descobriu que os empregados da clínica chamavam este freezer pelo singelo nome de "BERCÁRIO". Novamente, uma piada com o assassinato cruel de bebês que eram feitos corriqueiramente na clínica.

Anos depois, ela relata que viu um empregado e um médico conversando sobre como o que eles viam em um dos recipientes no Laboratório de POC se parecia como "carne de churrasco". O outro objetou: "Na verdade, eu acho que esta parte é mais parecida com geléia de morango". Ela saiu de perto, enojada com o que ouviu. Mas isto não era ainda o suficiente para fazê-la abandonar a clínica. "Eu era uma deles agora" -- ela mesma diz.

Eis mais um trecho do que ela conta de sua jornada como abortista:

"Alguns anos após este acontecimento [sobre a "geléia de morango"], fiquei sabendo que nossa organização iria abrir a maior clínica de abortos do Oeste. Lembro de minha chefe fazendo o anúncio: "Estamos construindo o maior abortuário* do país!". Todos demos boas gargalhadas enquanto aplaudíamos. Nós adorávamos ouvir todas as palavras com as quais os pró-vidas se referiam às nossas clínicas. Nós estávamos tão orgulhosos. Estávamos fazendo algo que estaria presente nos livros de história. Que bom para nós, pensávamos."
 * no original, "abortuary" - corruptela da palavra "mortuary", utilizada pelos pró-vidas norte-americanos para referir clínicas de aborto.

É ela mesma quem explica o motivo de revelar tais detalhes sórdidos da indústria do aborto:
"Por que eu estou falando de coisas que são tão horríveis? Penso que é porque eu preciso que você veja como é a realidade dentro destas clínicas. Minha experiência foi única? A minha era a única clínica onde tais piadas eram feitas? Não. Nós éramos a mesma coisa. (...)"
É assim a indústria do aborto. Apesar de tentar mascarar o que realmente é feito com todo um discurso pré-fabricado de defesa das mulheres, de ajuda aos necessitados, de autonomia individual e outros mais, o que cada vez mais vem ficando claro é o que pessoas como Abby Johnson vêm contando sobre a realidade de tal indústria. Tudo isto é exatamente o que sempre foi alertado pelos pró-vidas: é degradante e espalha degradação lidar com a morte como um negócio, que é exatamente o que faz a indústria do aborto. 

Da próxima vez que alguém se mostrar favorável ao aborto e vier com aquele discurso que tenta diminuir a dignidade do ser humano ainda não nascido, diga-lhe qual o nome que os empregados da clínica de Abby Johnson davam ao freezer do laboratório que continha partes de serem humanos trucidados no ventre de suas mães. Conte-lhe também da senha "2229". Se ele ou ela se mostrar cético(a), peça-lhe para tentar teclar a palavra "BABY" no teclado para fazer chamadas de seu telefone celular. Pode ser que vendo tais coisas ele ou ela no futuro consiga ver o que Abby Johnson afinal viu após muitos anos e passe a defender a vida, a mesma que é motivo de piadas para indústria do aborto.


-----
Fonte: Abby Johnson Recalls: Planned Parenthood Alarm Was 2229 (BABY)


Vídeo mostra o que é a indústria do aborto

0 comentários ###
Dra. Mary Gater dizendo o preço que pretende receber por partes de corpos de bebês abortados

Há alguns poucos dias, a Planned Parenthood, maior rede de clínicas de abortos dos EUA, foi exposta, através de um vídeo gravado secretamente, comercializando partes de corpos de bebês abortados.

Claro que a PP veio a público se defender e sua presidente, Cecile Richards, divulgou mensagem afirmando com todas as letras que esta não era uma prática da entidade, que tudo estava dentro da legalidade, etc. Um trecho de suas justificativas para o injustificável aparece logo no início do vídeo abaixo. Ela diz isto:

"Quero deixar uma coisa bem clara. A alegação de que a Planned Parenthood lucra de alguma forma com a doação de tecidos [humanos] não é verdadeira."

O "The Center for Medical Progress", que divulgou o primeiro vídeo com a denúncia contra a PP. vem agora divulgar um novo vídeo, no qual uma outra executiva da PP conversa despudoradamente durante um almoço de negócios sobre a venda de partes de bebês abortados. Eu já suspeitava que isto fosse acontecer, pois eles estão fazendo esta investigação há muito tempo e dá para imaginar o que mais eles têm em mãos.

Eis o vídeo:




Durante a conversa, a atriz que se fingia de compradora, pergunta a Dra. Mary Gatter, presidente do Conselho Médico da Planned Parenthood, sobre o preço do tecido humano que ele desejava comprar:

"Compradora: O que você espera receber pelo tecido intacto? Que tipo de compensação? 
Dra. Mary Gatter: Por que você não diz primeiro o quanto você está acostumada a pagar?"

Ficou mais complicado ainda para a Cecile Richards tentar mais uma vez justificar que a organização que preside não lucra com a venda de tecidos humanos retirados de bebês abortados, não é mesmo?

Mas há mais. Um pouco mais à frente no vídeo, há uma negociação em que a atriz procura obter um preço da Dra. Gatter. Após as normais indas e vindas de qualquer negociação -- aborto é sempre um negócio para empresas como Planned Parenthood --, a médica diz o valor que ela tinha em mente para cada "espécime" é de US$ 75.

Depois do esclarecimento do preço, no qual a atriz diz que US$ 75 é pouco e que ela estaria disposta a pagar até US$ 100 por "espécime", a dra. Gatter procura esclarecer a questão sobre o que os compradores realmente estão buscando. Ela indaga se bebês com gestação de 8 ou 9 semanas interessam ou apenas bebês que já estejam no 2o. trimestre de gestação.

O que se segue é mais bizarro ainda do que se viu até o momento. A dra. Gatter explica aos compradores que há um problema. Segundo o protocolo que a PP segue, a técnica utilizada para abortos de bebês de 10 a 12 semanas de gestação é a sucção e eles teriam que passar a utilizar uma técnica diferente, que utilizaria um tipo de sucção manual, o que aumentaria as chances de obter a maior quantidade possível de obtenção de um "espécime intacto", o que, segundo ela, violaria os termos do consentimento dado pela paciente e que diz que nada seria feito diferente no caso de aprovação de doação de tecidos.

Dra. Mary Gatter, porém, logo após diz que isto não seria um grande problema, mas que apenas gostaria de deixar isto claro. Ou seja, ela admite que eles farão algo que irá até mesmo burlar seus protocolos.

Já no final da negociação, a médica solicita aos compradores que eles lhes enviem uma proposta sobre o assunto e ela, após isto, irá contactar o cirurgião que faz os abortos na localidade na qual ela é responsável para saber se ele teria algum problema em utilizar a técnica "menos trituradora" para obter os "espécimes". 

Então é isto. A Planned Parenthood encontra-se mais uma vez em maus lençóis, como também estão gente que durante anos e anos deu apoio a esta organização. O próprio presidente Barack Obama é um de seus mais ferrenhos apoiadores, tendo até mesmo já feito discurso em evento da Planned Parenthood. Nomes graúdos do Partido Democrata também são defensores. Gente como a provável futura candidata democrata às próximas eleições dos EUA. Gente como Nancy Pelosi, deputada norte-americana que já foi a presidente da Câmara dos Deputados de lá.

O que o vídeo mostra é nada mais que a pura verdade, mostra perfeitamente o que o aborto é. Seres humanos são tratados como "espécimes", seus corpos totalmente dessacralizados são negociados entre um gole e outro de vinho, uma médica que jurou salvar vidas conversa despudoradamente sobre a melhor técnica para matar um bebê e preservar seus tecidos. Coisas de virar o estômago de qualquer um que não tenha uma pedra batendo em seu peito.

É isto que os abortistas mais querem esconder de todos. "Direito ao próprio corpo", "luta pela saúde das mulheres", "ajuda às mulheres necessitadas" e outras frases criadas pela turma defensora do aborto -- feministas, políticos, imprensa, academia -- nada mais são que palavras ao vento que apenas buscam esconder da opinião pública a realidade que a dra. Mary Gatter revelou: a indústria do aborto negocia com a morte cruel de seres humanos fragilizados e inocentes.

sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

0 comentários ###

A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

A tara da esquerda, do qual a deputada Jandira Feghali é uma representante de peso, com números agigantados de abortos no Brasil é coisa para anos de divã. Digno de tratamento também é o fato de ela e toda a esquerda "bloquearem" o fato de que a cada aborto "bem sucedido" (segundo os parâmetros dos abortistas) pelo menos uma vida humana é cruelmente eliminada. Talvez mesmo esta peculiar capacidade de decidir quem merece ou não viver seja uma coisa bem própria do comunismo e as mais de 100 milhões de morte desta ideologia macabra estão aí como testemunha. E que fique claro: 100 milhões sem contar números de abortos. Se eles já fizeram isto com quem tinha a capacidade de se defender, não surpreende que eles procurem fazer o mesmo com seres humanos ainda não nascidos e que não têm qualquer capacidade de se defender.

Dado este fetiche por números exagerados de abortos, não é de surpreender ninguém que os defensores da liberação do aborto utilizem-se de uma trágica morte como a de Tatiana Camilato para tentar levar um pouco mais à frente a agenda abortista. Instrumentalização da desgraça alheia não é coisa que lhes cause dilemas éticos.

A deputada em sua postagem alega que os números vêm da OMS. Bem, tais entidades internacionais, embora tenham peso no nome, estão infestadas de gente que pensa provavelmente como a deputada, principalmente em relação a assuntos como o aborto, mas é forçoso dizer que nem é este o problema neste caso. O fato é que este número de 1.000.000 de abortos anuais no Brasil é uma rematada farsa, o que já havia sido apontado pela saudosa Dra. Zilda Arns, que fez um questionamento sobre a veracidade de tais números à OMS. Esta foi a resposta que ela obteve da entidade:
"1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil. 
2. Tampouco temos conhecimento de algum estudo ou investigação que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país.
3. Em alguns documentos oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais. Porém, nesse caso não temos conhecimento de se haver feito levantamento com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional. 
4. Há três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos pontos anteriores [...]. 
5. Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, toma-se o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições." (negrito meu)

O trecho em negrito é para que fique bem claro o que a própria OMS pensa sobre a atitude de quem usa o nome da instituição para divulgar dados que não partiram dela: é leviandade.

Mas parece que a leviandade não atinge apenas a divulgação da fonte de números de abortos clandestinos no Brasil. A coisa é tão grave que sobrou até para a Matemática! Causa estranheza até em uma criança que esteja aprendendo a fazer contas que morra uma mulher devido a abortos clandestinos a cada 2 dias no Brasil e ao final de um ano tenhamos mais de 1 milhão de mortes. 

Evidente que quem viu a postagem de Jandira Feghali torceu o nariz para a peculiar aritmética da deputada e começou a fazer troça com este "deslize" nas redes sociais. Para tentar minimizar a gafe, a postagem foi editada e a deputada retirou as palavras "no Brasil" (como pode ser visto na imagem), querendo com isto indicar que as mais de 1 milhão de mortes às quais ela se referia eram no mundo inteiro. 

Boa tentativa, deputada! Mas, como parece que os comunistas não aprendem mesmo que suas mentiras têm pernas bem curtas, o número de mais de 1 milhão de mortes por abortos anuais não se sustenta nem mesmo se for tomado como indicativo do que acontece no mundo inteiro. Segundo a OMS -- a mesma entidade que classifica como leviandade, como fez a deputada, que se divulgue dados falsos em seu nome --, estima-se (note-se bem: estima-se) que morram 47.000 mulheres anualmente devidos a complicações causadas por "abortos inseguros". 

Ou seja, os números estão errados para o Brasil e estão igualmente errados para o mundo. Talvez a deputada devesse editar novamente sua publicação e alegar que os números são referentes aos abortos da galáxia ou do universo, pois deve ser mais fácil a ela provar a existência de vida fora da Terra que conseguir fazer alguém acreditar nestes números. Se nem assim isto colar, ela pode tentar tratar de mundos paralelos ou coisa parecida. Stalin deve estar todo orgulhoso desta sua filhota querida.

Mas o que faria bem mesmo é se a nobre deputada admitisse que errou feio e não sabia onde estava com a cabeça quando resolveu divulgar tais números fantasiosos. Algo me diz que isto não vai acontecer...

Ironias à parte, mas não que ela não as mereça, o que a deputada fez não é um deslize e tampouco uma gafe. Isto é método, é coisa calculada. A militância abortista e quem lhes dá apoio, seja da classe política, seja da classe artística ou mesmo da mídia faz isto de caso pensado. E faz sempre que possível. É por isto que este número de 1 milhão de mortes por aborto clandestinos volta e meia é repetido por políticos como Jandira Feghali ou por formadores de opinião.

O já falecido Dr. Bernard Nathanson, que era um ferrenho abortista que converteu-se e passou a ser um destemido pró-vida, denunciou a tática abortista de aumentar absurdamente o número de abortos como forma de criar comoção junto à opinião pública sobre o assunto. Ou seja: não há deslize ou gafe por parte de Jandira Feghali e o número absurdo que ela divulgou, é apenas o velho método abortista de enganar ao máximo o maior número de pessoas.

Se a deputada quer mesmo falar sobre aborto, como ela indicou pela utilização da hashtag "#PrecisamosFalarSobreAborto", por que então ela não começa deixando dados fictícios de lado e procurando realmente os números reais do problema? Por que, afinal, a necessidade de exagerar os números? Por que a tentativa de enganar? Por que aproveitar uma tragédia como a morte de uma mulher (que ainda está sendo investigada) e instrumentalizá-la mais uma vez para a liberação do aborto em nosso país?

A verdade é que não há defensor do aborto que queira debater seriamente o assunto. Vem daí sua necessidade patológica de mentir e enganar sobre a realidade do problema. Políticos como Jandira Feghali não ajudam a resolver nada, pois são parte do problema.