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sábado, setembro 10, 2016

"A pequena lutadora": o menor bebê já nascido

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Emilia Grabarczy - "A pequena lutadora"

Nascida com 229 gramas e 22 centímetros, Emilia Grabarczyk é a menor bebê prematura que conseguiu sobreviver. Ela nasceu na cidade de Witten, na Alemanha, há 9 meses. 

Seu nascimento aconteceu no Hospital Maria, após seus pais Lukas e Sabine, junto com a equipe médica, decidirem por uma cesareana a 26 semanas de gestação. Isto foi necessário, pois a placenta não estava mais fornecendo os nutrientes para o desenvolvimento da bebezinha.

Os médicos dizem que até 6 meses após o nascimento, eles não tinham certeza se ela iria sobreviver ou não. Apenas recentemente ela vem se fortalecendo. No momento ela está já com 3 kg e sua condição não indica problemas ou seqüelas mais graves para o futuro.

Seus pais dizem que não tiveram nenhuma dúvida em dar à sua filha a chance de sobreviver, mesmo que a probabilidade fosse bem pequena. "Tivemos muitos dias difíceis e muitas lágrimas, mas ela queria sobreviver." - disse a mãe.

A sobrevivência de Emilia é um verdadeiro milagre. Bebês prematuros com mais peso que ela dificilmente conseguem sobreviver. Não é à toa que a equipe médica a chama de "a pequena lutadora". 

O pezinho de Emilia media apenas 3 cm quando ela nasceu


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sábado, setembro 03, 2016

Os médicos aconselharam seus pais a abortá-la. Hoje ela é atleta, quebra recordes e foi coroada Miss!

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Quando ainda estava em gestação, os médicos aconselharam aos pais de Eliza McIntosh que eles deviam abortá-la devido ao diagnóstico de uma rara má-formação em sua espinha dorsal. Os profissionais disseram aos pais que ela permaneceria em estado vegetativo e que não teria qualidade de vida.

É a própria Eliza que nos conta o que fizeram seus pais:
"Meus pais são muito religiosos e são contrários ao aborto, e a atitude que eles tiveram foi 'esta tarefa nos foi confiada e nós faremos o melhor que pudermos'. Eles não me deixariam morrer, eles decidiram modificar nossa casa para que ela ficasse mais acessível e nunca me trataram de forma diferente."
Os médicos estavam errados. Muito errados. Ela usa uma cadeira de rodas, mas sua condição é muito menos severa do que eles haviam previsto. 

Hoje, aos 21 anos, Eliza não pára de mostrar o valor que toda vida humana tem. Ela já foi recordista do Guiness - em 2011 e com apenas 17 anos - como a pessoa que percorreu a maior distância fazendo "wheelie" (locomover-se equilibrando-se apenas com as 2 rodas traseiras da cadeira-de-rodas) - que pode ser visto neste vídeo -, tendo percorrido por volta 20 km, o que durou 3 horas e 51 minutos. Ela também é jogadora de basquete em cadeira-de-rodas e está relacionada como substituta da equipe norte-americana dos jogos que acontecerão na cidade do Rio de Janeiro.

Sua mais nova conquista foi ter sido coroada como "Miss Cadeira-de-Rodas" dos EUA. A todas estas conquistas, Eliza sempre lembra da importância do apoio de seus pais:
"Eles me ensinaram que eu deveria saber que há diferença entre ter uma deficiência e ser deficiente. Ter uma deficiência é uma coisa com a qual você nasce, mas ser deficiente significa que você permite que isto o impeça de fazer algo."
E pensar que uma pessoa assim poderia ter sido impedida de viver se a opinião dos médicos tivesse sido aceita e seus pais tivessem optado pelo aborto...



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